Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 23/02/2023
Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico
Desenvolvido por: etal Comunica.
O Programa de Segurança do Paciente constitui-se em “documento que aponta situações de risco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e a mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no serviço de saúde”.
Legislação
A COMISSÃO NACIONAL DE REVISÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA, instituída pelo Pleno Nacional, por unanimidade, no II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina, realizado nos dias 12, 13 e 14 de setembro de 2007, na sede do Conselho Federal de Medicina, de acordo com o artigo 64 do Regimento Interno, Resolução CFM n.º 1.753, publicada no DOU do dia 08 de outubro de 2004, com fundamento no Decreto-lei n.º 7.955, de 13 de setembro de 1945 e na Lei n.º 3.268 de 30 de setembro de 1957, modificada pela lei n.º 11.000, de 15 de dezembro de 2004, regulamentada pelo Decreto n.º 44.045 de 19 de julho de 1958.
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O Programa de Segurança do Paciente constitui-se em “documento que aponta situações de risco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e a mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no serviço de saúde”.
Normatizar a criação e funcionamento das Comissões de Ética de Enfermagem-CEE nas Instituições com Serviço de Enfermagem.
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A Comissão de Humanização – CH é de natureza técnico-científica permanente, criada na perspectiva da Política Nacional de Humanização (PNH) do Ministério da Saúde, instituída pela Portaria GM/MS nº 881, de 19.6.2001, e regulamenta-se pelo Regimento Interno.
Legislação
Artigo 1o – A Comissão de Humanização – CH – é de natureza técnico-científica permanente, criada na perspectiva da Política Nacional de Humanização (PNH) do Ministério da Saúde, instituída pela Portaria GM/MS No 881, de 19 de junho de 2001, e regulamenta-se pelo presente Regimento Interno.
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A Comissão de Revisão de Óbitos tem por finalidade analisar os óbitos, os procedimentos e condutas profissionais realizadas, bem como a qualidade de informações dos atestados de óbitos.
Legislação
A Comissão de Revisão de Óbito foi criada em atendimento a determinação da Resolução Interministerial MEC/MS Nº 2.400 de 2 de outubro de 2007, que torna obrigatória a criação da Comissão de Avaliação de Óbitos nas instituições de saúde, da Portaria MS/GM nº 1405, de 29 de junho de 2006, que instituiu a rede Nacional de Serviços de Verificação de Óbito e Esclarecimentos da Causa Mortis e da Resolução CFM nº 2.171/2017 que regulamenta e normatiza as Comissões de Revisão de Óbito.
Competências
Art. 6º – duração do mandato da Comissão de Revisão de Óbito será de no máximo 30 (trinta) meses, com os membros só podendo ser substituídos neste período a pedido. Parágrafo único. Ao término do mandato, a diretoria técnica poderá renovar a Comissão em parte ou na totalidade de seus membros.
Art. 7° – A análise da conduta do médico assistente ao paciente falecido deverá ser feita obrigatoriamente por médico componente da Comissão de Revisão de Óbito, sendo vedada a análise da conduta médica por outro profissional não médico membro da Comissão.
Parágrafo único. O médico membro da Comissão de Revisão de Óbito, ao analisar a conduta do médico que assistiu o paciente, deve se limitar a elaborar relatório conclusivo de forma circunstancial, exclusivamente dos fatos analisados.
Art. 8° – Os membros da Comissão de Revisão de Óbito estão obrigados a manter a privacidade, a confidencialidade e o sigilo das informações contidas no prontuário em análise.
Estabelece os requisitos para certificação de unidades hospitalares como Hospitais de Ensino.
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Atender a resolução CFM N°. 1.638 de 10 de julho de 2002, que define prontuário médico como o documento único constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registradas, geradas a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo.
Objetivos
Estabelece a criação das Comissões de Revisão de Prontuários nos estabelecimentos e/ou instituições de saúde onde se presta assistência médica.
Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde.
Estabelece o prazo mínimo de 20 (vinte) anos, a partir do último registro, para a preservação dos prontuários médicos em suporte de papel.
Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e ao uso de sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, autorizando a eliminação do papel e a troca de informação identificada em saúde.
Resolução do Conselho Nacional de Saúde.
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A Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) é responsável pela condução técnica, política e administrativa de todo o processo de avaliação de incorporação de medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde em Minas Gerais.
A comissão atua na seleção de medicamentos envolvendo aspectos interdisciplinares e diferentes saberes. Podem submeter pedidos de avaliação à CFT pessoas físicas, jurídicas de natureza pública ou privada.
Para garantia da isonomia na avaliação dos processos, a CFT estabelece ampla discussão, uniformização dos critérios e respectivos pesos entre os membros que compõe esta comissão. Dessa forma, uma vez estabelecidas e conhecidas as regras, torna-se possível produzir mais dados quantitativos e minimizar a subjetividade ou individualidade nas decisões a serem tomadas.
Conselho Federal de Farmácia
Revista Pharmacia Brasileira
Programa de Controle das Infecções Hospitalares –Anexo I – Competências – Define em cooperação com a Comissão de Farmácia e Terapêutica política de utilização de ATM, germicidas e MMH para a instituição.
Ementa: Dispõe sobre as atribuições do Farmacêutico na Comissão de Farmácia e Terapêutica
Estabelece a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, definindo como um de seus eixos estratégicos (art.2º, I), a garantia de acesso e equidade às ações de saúde, incluindo a Assistência Farmacêutica.
Altera a lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a assistência farmacêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
Regulamenta a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema único de Saúde – SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências.
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Para obter acesso à Plataforma de Educação Corporativa Albert Einstein, clique AQUI e preencha os campos e em seguida, você receberá um link com seu acesso.
13/01/2023
A direção executiva do Instituto de Gestão e Cidadania, em nome de toda sua equipe, sente-se honrada, feliz e grata com a presença de todos vocês.
Essa gratidão é o reconhecimento de que não se faz nada sozinho e por isso mesmo, ser grato é dividir. Dividir a alegria das conquistas, dos aprendizados com quem caminha conosco e nos permite fazer parte também de suas trajetórias.
Nesse auditório temos os gestores municipais que ao optarem por um modelo de gerenciamento da saúde via organização social, oportunizam a atuação de entidades como nós; os conselhos que nas suas áreas de competência criam uma ambiência de suporte técnico e de segurança para o desenvolvimento das ações; os fornecedores e prestadores de serviços que viabilizam os recursos para as atividades; e os profissionais que fazem tudo acontecer. Seja presencialmente, seja virtualmente sintam-se afagados pela nossa gratidão.
Esse evento é muito significativo para o Instituto de Gestão e Cidadania.
Em novembro de 2022, estabelecemos que a Saúde 4.0 seria o vetor de nossas ações em 2023. Assim, estamos reunindo esforços, desenvolvendo projetos, arregimentando parceiros que nos permitam fazer saúde não só para as pessoas, mas com as pessoas.
E fazer saúde com as pessoas, significa repensar sistemas, fluxos e paradigmas. A saúde baseada em valor atrela-se à experiência do paciente sendo ele, o paciente o centro do cuidado. Essa orientação desafia a estrutura e organização dos sistemas de saúde, dos fluxos estabelecidos e da formação profissional.
Não se trata apenas de inserir tecnologia, a inteligência artificial, algoritmo, trata-se de usar tudo isso a favor de uma saúde voltada para o bem-estar do usuário, do colaborador, da comunidade e cujos avanços devem estar disponíveis e ser acessados de forma equitativa.
Inovação e tecnologia são substantivos cada vez mais mandatórios quando se fala em saúde no século XXI e são imperativos para quem atua no setor, seja de natureza pública ou privada.
Esse espaço que estamos agora, é o NINA – Núcleo de Inovação e novos Negócios Aplicados, considerado o primeiro hub de inovação do Ceará, com foco em inovação aberta e transformação digital que movimenta ecossistema de inovação através da conexão de grandes empresas, startups, investidores e academia e do qual o Instituto de Gestão e Cidadania vem construindo uma relação de parceria para avançarmos nos objetivos que nos propomos.
Dentre os novos projetos que serão desenvolvidos, executados pelo Instituto de Gestão e Cidadania em 2023 tem-se a implantação da telesaúde, a oferta de serviços de saúde móvel: uma carreta com 3 consultórios, laboratório e que já fará parte do nosso portfólio; um olhar cada vez mais atento para ações no âmbito da Atenção Primária de Saúde; a realização de eventos que fomentem discussões sobre inovação e desafios na área da saúde e a oferta de um programa de formação profissional, nos moldes preconizados pela Política Nacional de Educação Permanente do SUS, uma vez que o Instituto atende ao poder público.
Nos dias 24 e 25 próximos, uma equipe de 10 pessoas de vindas de São Paulo, Minas Gerais, Brasília virá ao Instituto para a validação de um projeto-piloto a ser desenvolvido na Atenção Primária de Baturité, com foco nas Doenças Crônicas Não-transmissíveis. São executivos de multi-nacionais como a Amazon Web Service – AWS, é uma plataforma de serviços de computação em nuvem, de startups que trabalham com monitoramento de pacientes através de dispositivos digitais, a NTT que é uma provedora líder de soluções de software com presença global em mais de 30 países e os conselheiros do Instituto para a área da saúde e inovação: Dra. Luana Araújo, Dra. Viviane Lourenço e Felipe Paiva.
Mas hoje, inaugurando o calendário de atividades do ano, vamos iniciar com uma parceria especialíssima. Temos conosco a equipe de Educação Corporativa do Instituto Albert Einstein com a qual desenvolvemos o projeto de educação que atenderá a todos os quase 2.000 colaboradores que estão trabalhando conosco nos Contratos de Gestão do Instituto e os municípios de: Baturité, Quixadá, Russas, Morada Nova, Jaguaribe, Mombaça e Tejuçuoca.
Quando decidimos pela plataforma de formação do Instituto Albert Einstein o fizemos na certeza de estarmos contratando um conteúdo de excelência assim como tudo que é chancelado pela marca do hospital Albert Eisntein. Durante a apresentação da plataforma poderá ser visto quão significativo é esse momento que além da plateia aqui presente é acompanhada remotamente pelos colaboradores das unidades que não puderam vir.
Para atuar em um cenário onde, depois da pandemia, as mudanças se impõem com velocidade e profundidade, o profissional precisa de novos conhecimentos e habilidades para responder de forma satisfatória tudo que pode e deve ser entregue ao usuário/paciente. Assim, a base para as transformações que estão sendo pensadas pelo Instituto de Gestão e Cidadania no contexto da saúde 4.0, tem na formação profissional sua ancoragem.
E para abrir oficialmente o evento, teremos agora a palavra do Presidente Sr. Herbert Pessoa Lobo.
Caso haja alguma autoridade presente, antes do início passaremos o nome para citar.
BREVE HISTÓRICO DO INSTITUTO DE GESTÃO E CIDADANIA:
Fundado em 22 de Dezembro de 2015, o Instituto de Gestão e Cidadania é assim denominado por entender que a gestão de excelência aplicada aos serviços públicos é um dos meios mais eficazes de se promover e honrar a cidadania.
Atuando no segmento dos serviços não exclusivos no qual o Estado atua simultaneamente com outras organizações públicas não-estatais e privadas na oferta de serviços que envolvem direitos humanos fundamentais, como no caso específico a saúde, o IGC tem plena noção da sua responsabilidade tanto perante a gestão pública quanto à sociedade.
Atuamos na gestão de Hospitais, Unidades de Pronto-atendimento, Unidades Básicas de Saúde, Centros de Atenção Psicossocial e em outras áreas como educação, cultura, meio- ambiente.
Falar outro bloco de presenças..
Passaremos agora para a apresentação da plataforma pela
1. Srª Euma Azevedo – Gerente de Educação Corporativa do Hospital Israelita Albert Einstein, responsável pela implantação do programa de Trilhas de Aprendizagem do Hospital Albert Einstein, e
2. Srª Priscila Molina Lima – Analista de Treinamento Sênior.
PALESTRA – Assistência Segura à Saúde: Contribuição da Capacitação Profissional com o Dr. Leonardo Rolim – Diretor Clínico Hospital Municipal Dr Moysés Deutsch.
MINI-CURRICULO:
O Dr. Leonardo Rolim Ferraz lidera a Rede Einstein de Pacientes Graves e dirige o Hospital Dr. Moysés Deutsch.
Médico intensivista fez sua formação acadêmica na Universidade Federal da Bahia e na Universidade de São Paulo com interesse em alta complexidade e transplante de fígado.
Possui MBA em Gestão de Saúde pelo Insper, tendo realizado Fellowship na Harvard T.H. Chan School of Public Health e Fellowship no Institute for Health Care Improvement com foco em qualidade, segurança e ciência da melhoria obtendo a certificação de Improvement Advisor.
Como primeiro gerente médico do Hospital Vila Santa Catarina teve oportunidade para formação de um hospital de alta complexidade no setor público condicionada a lógica de custo efetividade e geração de valor.
Durante sua carreira liderou Unidades de Terapia Intensiva no setor público e privado. Como gerente do Departamento de Pacientes Graves do Einstein conduziu transformações no modelo assistencial e carreira médica, cultura de segurança e ciência da melhoria que elevaram o Departamento a um novo patamar de qualidade, segurança e alta confiabilidade. Mais recentemente tem focado na construção da Rede Einstein de Pacientes Graves, plataforma única de cuidado de pacientes críticos em todos os hospitais do sistema, através do alinhamento de padrões, governança clínica, capacitação e desenvolvimento, gestão de indicadores e cultura organizacional.
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02 – Dia Mundial de Conscientização Sobre o Autismo
02 a 07 – Semana da Saúde no Brasil. Data instituída pela Portaria de Consolidação MS nº 1/2017, art. 527
06 – Dia Mundial da Atividade Física
06 – Dia Nacional de Mobilização pela Promoção da Saúde e Qualidade de Vida
07 – Dia Mundial da Saúde
08 – Dia Nacional do Sistema Braille. Data instituída pela Lei nº 12.266/2010
11 – Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson
14 – Dia Mundial da Doença de Chagas
16 – Dia Mundial da Voz
16 – Dia Nacional da Voz. Data instituída pela Lei nº 11.704/2008
17 – Dia Mundial da Hemofilia
22 – Dia Nacional da Tontura
23 a 30 – Semana de Vacinação nas Américas
24 a 30 – Semana Mundial da Imunização
25 – Dia Mundial da Malária
26 – Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Data instituída pela Lei nº 10.439/2002
28 – Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho
28 – Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. Data instituída pela Lei nº 11.121/2005
30 – Dia Nacional da Mulher. Data instituída pela Lei nº 6.791/1980
No intuito de construirmos uma sociedade mais justa e inclusiva, o mês de abril é dedicado a uma causa muito importante. Nesse período, somos convidados a refletir, debater e agir em prol das pessoas com autismo. Pensando em dar maior visibilidade para o tema, foi criado o abril azul, mês internacional da conscientização do autismo.
Para as organizações, estar atento ao calendário da gestão, celebrando datas que são relevantes para a sociedade, torna-se indispensável para o crescimento interno. Venha entender o que é abril azul, o que é autismo, causas, direitos da pessoa autista, e porque é importante promover ações em sua organização engajadas com o abril azul.
Foi a Organização das Nações Unidas (ONU) quem escolheu o dia 2 de abril como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. O azul é visto como a cor ideal para o incentivo da comunicação verbal entre as pessoas. Representar o mês do autismo com essa cor, reforça a ideia de deixar as pessoas autistas calmas, em equilíbrio e acolhidas.
Apesar de um grande número de crianças receberem o diagnóstico de autismo, aqui no Brasil chegando a 2 milhões de casos, o assunto ainda é desconhecido para grande parte da população.
A campanha tem o objetivo de despertar um olhar mais empático e realista para o autismo. São feitas diversas ações sobre o tema, que ajudam a debater o assunto em seus vários aspectos. Desde autistas no mercado de trabalho, nas escolas, nas famílias e em todas as instâncias da sociedade.
Usar os meses do ano para discutir questões diversas relacionadas à saúde é essencial para que essas temáticas sejam bem compreendidas socialmente. No início do ano contamos com o janeiro branco, que pede espaço para ressaltar a importância de cuidar da saúde mental.
Em sequência, trouxemos um conteúdo sobre fevereiro roxo, conscientizando sobre doenças crônicas. Já o março lilás tem a força de alertar a população sobre a prevenção do câncer de colo de útero.
Neste texto, você vai saber mais sobre o que significa abril azul, o que é autismo e quais ações são fundamentais para sua organização fazer, tanto para acolher pessoas autistas que trabalham, quanto para familiares dos colaboradores
O Transtorno do Espectro Autista (TEA), conhecido como autismo, é um transtorno neurológico que afeta o desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e cognitivas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge 1 em cada 160 crianças no mundo.
É importante destacar que esta não é uma condição única e uniforme, variando para cada indivíduo. Os sinais e sintomas podem afetar com intensidades diferentes, por isso o recomendado é sempre procurar médicos especialistas em TEA.
Em alguns casos há também dificuldade de aprendizado, e, em outras, a pessoa se mostra muito ativa em determinado assunto.
Situações envolvendo habilidades sociais e comunicativas possuem alguns sinais. As pessoas com autismo podem ter dificuldades em:
Com relação às habilidades de comportamento, também se destacam:
O diagnóstico preciso acontece em crianças com 2 e 3 anos, momento em que estão tendo maior interação. Algumas das características que ajudam a identificar a condição envolvem:
Apesar de não se saber ao certo quais são as causas para o Transtorno do Espectro Autista, muitos estudos apontam para a genética. Partem de uma série de alterações ocorridas no cérebro, que afetam seu funcionamento normal. Não são respostas claras, os pesquisadores ainda seguem analisando hipóteses para entender mais.
Uma pergunta que muitos devem se fazer: autismo tem cura? A resposta é não. Ao receber o diagnóstico de TEA, deve-se entender que será uma condição levada para a vida toda. Será o tratamento que definirá a forma que o indivíduo se desenvolverá.
O tratamento tem por objetivo a redução dos sintomas para o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicação. Como já mencionado, tudo vai variar de pessoa para pessoa, não há um tratamento específico porque não há apenas um nível único de autismo.
Entre as possibilidades de tratamento se encontram consultas com fonoaudiólogos, métodos como ludoterapia e grupos de habilidade sociais. O uso de medicamentos também é uma opção, mas não para o autismo. Eles servem para ajudar em determinadas situações como agressividade, ansiedade, hiperatividade, alterações de humor, etc.
Apesar de não se saber ao certo quais são as causas para o Transtorno do Espectro Autista, muitos estudos apontam para a genética. Partem de uma série de alterações ocorridas no cérebro, que afetam seu funcionamento normal. Não são respostas claras, os pesquisadores ainda seguem analisando hipóteses para entender mais.
Uma pergunta que muitos devem se fazer: autismo tem cura? A resposta é não. Ao receber o diagnóstico de TEA, deve-se entender que será uma condição levada para a vida toda. Será o tratamento que definirá a forma que o indivíduo se desenvolverá.
O tratamento tem por objetivo a redução dos sintomas para o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicação. Como já mencionado, tudo vai variar de pessoa para pessoa, não há um tratamento específico porque não há apenas um nível único de autismo.
Entre as possibilidades de tratamento se encontram consultas com fonoaudiólogos, métodos como ludoterapia e grupos de habilidade sociais. O uso de medicamentos também é uma opção, mas não para o autismo. Eles servem para ajudar em determinadas situações como agressividade, ansiedade, hiperatividade, alterações de humor, etc.
Quando a medicina fala em níveis de autismo, consideram como níveis de intensidade dos sintomas atrelados ao autismo. Esses sintomas, ou sinais, foram categorizados pelo Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Esse método foi desenvolvido para entender a necessidade de suporte que a pessoa com TEA necessita. A partir da gravidade de determinado sintoma, é definida a forma de se auxiliar a pessoa no dia a dia.
Por exemplo, a pessoa autista nem sempre precisará de apoio em todas as esferas. Podem ocorrer casos que ela precise de suporte em relação às questões de socialização, mas que não apresente necessidade em questões de comportamentos restritos, como manter uma rotina.
Entendendo essa parte, é importante ressaltar que uma pessoa diagnosticada com autismo, não deve ser definida por um nível. As fronteiras entre os níveis são fluidas, pois estão relacionadas aos níveis de suporte que o autista deve ou pode receber. Abaixo, vamos analisar as principais características de cada nível.
A cada ano, a medicina procura retirar a ideia de nível leve, moderado e grave nas explicações sobre autismo, pois é comum confundir as famílias, que temem a severidade do transtorno e procuram meios inapropriados de tratamento para seus filhos.
Nível 1
Sintomas que se enquadram no nível um são considerados mais leves, portanto, quando uma pessoa é diagnosticada com este tipo de autismo, o termo utilizado na medicina é Transtorno do Espectro do Autismo, Nível 1 de Suporte.
Algumas das características desse nível incluem a preferência por rotinas, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos. Haverá a necessidade de um acompanhamento mais brando que auxilie no dia a dia.
Lembrando, existem pessoas que apresentam características de nível um, mas que não possuem prejuízos em seu cotidiano, não precisando de suporte específico. Conseguem se comunicar verbalmente, se relacionar e manter uma rotina tranquila.
Exatamente por essas questões de menos suporte, alguns indivíduos com TEA recebem o diagnóstico tardio.
Nível 2
Considerado o nível intermediário em relação aos sintomas e a necessidade de suporte. As dificuldades envolvendo comportamentos sociais e de comunicação são mais intensas que as de nível 1. É caracterizado, também, por tendências a rotinas fixas.
Em questões de fala, a pessoa que apresenta essa característica em nível 2 pode ter dificuldades ao se expressar. Utiliza frases curtas e vai tentar abordar temas específicos, dos quais possui mais domínio.
Um autista que se enquadra no Nível 2 de suporte recebe o diagnóstico Transtorno do Espectro do Autismo, Nível 2 de Suporte, mas sempre lembrando que pode ser um nível 2 em um conjunto de dificuldades, mas pode demonstrar facilidades em outras características, não precisando de suporte.
Nível 3
O nível 3 apresenta as características dos outros níveis só que com maior intensidade, necessitando de mais suporte cotidiano. Quanto a comunicação, apesar de nesse nível ser de uma intensidade alta, algumas pessoas conseguem se comunicar normalmente. Em alguns casos, esse desenvolvimento é devido ao suporte recebido.
Os principais sintomas que chamam a atenção dos pais envolvem a comunicação e a socialização. A falta de fala, dificuldade de interação na escolinha, são sinais de que algo está acontecendo.
Muitos pais encaram a descoberta do transtorno como um desafio extremamente difícil. É importante construir uma rede de apoio, contar com ajuda especializada pode atenuar o impacto dos sintomas.
A criação do abril azul visa exatamente despertar a atenção para o tema. Assim, amplia-se o entendimento da condição do espectro autista, pois há certas características e sinais que são descobertos apenas na vida adulta, com prejuízos acumulados no dia a dia por falta de informação, apoio e ajuda especializada.
De acordo com a Lei nº 12.764/12, a pessoa com autismo é considerada pessoa com deficiência (PCD), e tem direito a apoio em seu desenvolvimento pedagógico. Esse apoio inclui professores auxiliares, adaptação de conteúdos, suporte para organização, prazos maiores, entre outros.
Portanto, o TEA não é considerado uma doença e uma pessoa com autismo não tem nenhuma aparência específica que demonstra uma doença. É necessário desmistificar algumas questões até para empregadores terem conscientização sobre o caso.
Ainda, segundo a lei, como PCD, pessoas com TEA possuem prioridades em atendimentos e processos nos quais estão inseridas.
De acordo com a Lei nº 12.764/12, a pessoa com autismo é considerada pessoa com deficiência (PCD), e tem direito a apoio em seu desenvolvimento pedagógico. Esse apoio inclui professores auxiliares, adaptação de conteúdos, suporte para organização, prazos maiores, entre outros.
Portanto, o TEA não é considerado uma doença e uma pessoa com autismo não tem nenhuma aparência específica que demonstra uma doença. É necessário desmistificar algumas questões até para empregadores terem conscientização sobre o caso.
Ainda, segundo a lei, como PCD, pessoas com TEA possuem prioridades em atendimentos e processos nos quais estão inseridas.
As campanhas do abril azul motivam as organizações a conscientizarem seus colaboradores. A gestão das organizações possui maior sensibilidade para tratar do tema e trazer pessoas capacitadas para falar sobre o assunto, assim como montar um plano interno para a organização.
O motivo de ser pautado internamente está em promover o bem-estar no trabalho e em criar um espaço inclusivo e acolhedor, até porque pode haver pessoas autistas em qualquer setor. Vale lembrar que um ambiente harmonioso favorece a motivação no trabalho.
Quando se fala em promover comunicação dentro de uma organização, o primeiro pensamento é voltado para o endomarketing, mas também é possível pensar no desenvolvimento humano geral dos colaboradores. A organização deve promover ações como:
Além do mais, caso a organização possua trabalhadores autistas, é essencial acolhê-los e promover estruturas adaptadas ao desenvolvimento individual. Também é central estabelecer espaços, especialmente no abril azul, para que eles possam falar sobre sua experiência para todos da organização, ou ao menos do próprio setor.
Preconceitos comuns que autistas sofrem
“Todo autista é gênio”. Esse é o primeiro pensamento de muitas pessoas que não tem conhecimento real sobre o tema, o que acaba sendo um ato de preconceito. Sabe por quê? Não é uma condição exata de quem tem autismo. Muitos, inclusive, apresentam grande dificuldade de aprendizagem.
Esse tipo de pensamento acaba atrapalhando quando a pessoa vai em busca de emprego.
A taxa de desemprego entre PCD’s é alta, e trazendo um recorte sobre os autistas, o número é extremamente preocupante. Em 2020, 80% dos adultos com autismo estavam desempregados. Isso ocorre porque, em muitos casos, as organizações não estão preparadas para lidar com a situação.
Ao abrir sua organização para a inclusão, em primeiro lugar, deve haver uma preparação. Reconhecer o espaço do autista no mercado de trabalho também é importante. Esses são alguns dos motivos para a campanha de abril azul.
Tenho um funcionário autista: como proceder?
Aproveitando o mês de abril e a campanha abril azul. O desenvolvimento de palestras e estudos sobre os assuntos se tornam necessários. É preciso entender que haverá dificuldades e estar preparado para lidar com elas. Deixar claro para a equipe que pessoas com autismo podem possuir dificuldades de entender mensagens indiretas.
Entender que, muitas vezes, alguns não irão participar de eventos e confraternizações barulhentas ou cheias de gente. Isso não quer dizer que a pessoa é antissocial ou que não gosta dos demais. Lembre sempre a todos que o comportamento é parte das possíveis características do espectro.
A inclusão depende de a organização ter uma boa comunicação interna, que saiba preparar a equipe e o ambiente. O ambiente de trabalho deve ressaltar a importância do respeito às diferenças, da empatia e da inclusão.
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