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Março

Março

Calendário da Saúde

03 – Dia Mundial da Audição

03 – Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento

04 – Dia Mundial da Obesidade

2ª quinta-feira do mês – Dia Mundial do Rim

19 – Dia Mundial do Sono

20 – Dia Mundial da Saúde Bucal

21 – Dia Internacional Contra a Discriminação Racial

21 – Dia Mundial da Infância

21 – Dia Mundial da Síndrome de Down

21 – Dia Nacional da Síndrome de Down. Data instituída pela Lei nº 14.306/2022

24 – Dia Mundial da Tuberculose

24 a 31 – Semana Nacional de Mobilização e Luta Contra a Tuberculose

30 – Dia Mundial do Transtorno Bipolar

31 – Dia da Saúde e da Nutrição

Campanha do Mês

Março lilás: conscientização do câncer de colo de útero!

O terceiro mês do ano vem com uma missão muito importante para as organizações e a sociedade. A campanha março lilás tem como objetivo a conscientização sobre o câncer do colo de útero, para que haja prevenção e possibilidade do tratamento precoce.

Esse trabalho só é possível através do compartilhamento de dados relevantes que podem e devem ser disseminados também no ambiente de trabalho. Quanto mais mulheres alcançadas, maior a chance de salvar vidas.

O que é o março lilás?

A história por trás do março lilás conta com a participação ativa das mulheres. O próprio mês já é lembrado como um período de homenagens a elas, visto que o Dia Internacional das Mulheres é comemorado em 8 de março.

No ano de 1908, na Inglaterra, milhares de mulheres saíram às ruas para protestar pelos seus direitos. A escolha da cor não foi por engano: uma referência ao Movimento Sufragista, que utilizou as cores lilás, branco e verde como símbolo da sua luta pelo direito ao voto.

Mensalmente as organizações realizam campanhas da área de saúde simbolizadas por alguma cor específica. O ano mal começa e o janeiro branco entra em cena para falar da importância de cuidar da saúde mental. O fevereiro roxo vem na sequência conscientizando sobre o Alzheimer, a Fibromialgia e o Lúpus.

O intuito do março lilás é conscientizar as mulheres sobre a importância do cuidado para prevenir o câncer de colo de útero. Além de falar abertamente sobre a doença, a campanha também chama a atenção sobre os sinais iniciais desta enfermidade. Já o outubro rosa, busca prevenir o câncer de mama.

Por outro lado, o dezembro vermelho e laranja são campanhas de prevenção que visam conscientizar sobre o HIV/AIDS e o câncer de pele, respectivamente.

Quando previamente identificados, aumenta-se as chances para a realização de um tratamento bem-sucedido, que pode garantir a cura total da paciente.

Ainda que a campanha tenha olhos voltados às mulheres, é possível que pessoas intersexuais e homens trans (pessoas de sexo biológico feminino que transicionaram para o gênero masculino) sejam acometidos pela doença e precisem de acesso à informação. Por isso, é muito importante falar sobre o tema, especialmente nas organizações.

Afinal, o que é o câncer de colo do útero?

O câncer de colo de útero é uma doença com desenvolvimento lento e atuação silenciosa no organismo. A patologia se manifesta a partir da modificação das células, responsáveis pela formação do câncer de colo uterino.

Essas células doentes são facilmente descobertas na realização do exame preventivo, também conhecido como papanicolau. A principal causa da doença é a infecção por alguns vírus, conhecidos como HPVs (Papiloma Vírus Humano).

No Brasil, a incidência do câncer de colo de útero ocorre de forma significativa. A doença é o terceiro tipo de neoplasia de maior ocorrência entre as mulheres.

Esse é um dos principais motivos para o engajamento na campanha do março lilás. Toda e qualquer ação focada no bem-estar no trabalho e produtividade das colaboradoras merece destaque. Afinal de contas, informar é o primeiro passo tanto para a prevenção, quanto para a busca de um diagnóstico que não seja tardio.

Sintomas
Por ser uma doença que se origina de forma lenta, os sintomas de câncer no colo do útero aparecem quando o estágio já está avançado. É importante estar atenta em casos de:

  • Dor na região pélvica;
  • Sangramento após o término das atividades sexuais;
  • Corrimento constante com odores fortes e de coloração amarela e rosa;
  • Sangramento sem explicação aparente.

Alguns quadros mais críticos podem apresentar outros sintomas, como membros superiores com edemas, problemas do aparelho urinário e comprometimento dos sistemas extragenitais.

Como é feito o diagnóstico?
Para confirmar a infecção pela doença é necessário realizar o exame preventivo (ou papanicolau) com um médico ginecologista. O procedimento consiste na coleta de secreção do colo do útero com a ajuda de uma espátula.

O material biológico é transferido para uma lâmina de vidro, que será cuidadosamente examinada através de aparelho microscópico.

Meios de prevenção
Fatores de risco como iniciação da vida sexual precoce, tabagismo, higiene íntima precária e um histórico extenso de parceiros sexuais podem contribuir para o surgimento da doença.

Todas as mulheres, homens trans e pessoas intersexuais com útero que possuem ou já tiveram vida sexual ativa, e têm entre 25 e 59 anos, devem realizar o exame de prevenção do câncer de colo de útero.

A mesma orientação também se aplica às mulheres grávidas.

Para melhor desempenho do exame preventivo é necessário seguir algumas orientações que fazem muita diferença:

  • Evitar relações sexuais mesmo que com preservativos até dois dias antes do procedimento;
  • Não fazer uso de ducha e medicamentos na região vaginal dois dias antes da realização do exame;
  • Não estar em época de menstruação.

A frequência de realização do exame dependerá do seu resultado. Não havendo nenhuma alteração, basta repeti-lo no ano seguinte de forma preventiva. Diante de um quadro de saúde sem novas alterações, a duração passa a ser de três em três anos. Os preventivos são realizados gratuitamente nos postos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Além das possibilidades acima, também é possível buscar a imunização contra a doença através da vacina contra o HPV. A rede pública de saúde disponibiliza doses do imunizante para meninas com idades entre 9 e 14 anos. A vacina também pode ser encontrada em clínicas privadas especializadas.

Campanhas de incentivo ao março lilás

As organizações exercem um papel social muito importante na vida dos seus colaboradores. Afinal de contas, passamos a maior parte das nossas horas semanais no ambiente de trabalho. Por isso, quanto mais comprometidas em ações ligadas à saúde mental, física e ao bem-estar no trabalho, mais as organizações contribuem na prevenção de enfermidades.

As campanhas do março lilás fazem parte do calendário da gestão para 2022 . Para engajar os colaboradores na causa, é comum que as instituições estejam empenhadas em ações relevantes.

A gestão como setor, pode fazer uso do endomarketing e promover eventos e ações internas conscientes para todos os colaboradores.

Por isso, conheça agora as algumas dicas para promover a campanha do março lilás na sua organização:

  • Utilizar o benefício de assistência médica da organização (quando houver) e realizar parceria com profissionais da área de ginecologia para a realização de check-ups das colaboradoras;
  • Presentear os trabalhadores com brindes relacionados ao autocuidado, como camisinhas e cartilhas educativas, com mensagens que as estimulem a cuidarem da saúde nesse contexto;
  • Alterar as peças de comunicação interna para o tema do março lilás, usando uma identidade visual na cor da campanha, assim como entregar acessórios que identifiquem a campanha;

Promover palestras e diálogos abertos sobre o tema com a participação de especialistas da área.

Conclusão

A conscientização é a melhor forma de educar, orientar e prevenir doenças. Por isso, o março lilás não pode ficar de fora da programação da gestão das organizações.

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Setembro

Setembro

Calendário da Saúde

Mês Mundial do Alzheimer

01 – Dia do Profissional de Educação Física. Data instituída pela Lei nº 11.342/2006

03 – Dia do Biólogo

05 – Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística. Data instituída pela Lei nº 12.136/2009

05 – Dia do Oficial de Farmácia. Data instituída pela Lei nº 5.157/1966

08 – Dia Nacional de Luta por Medicamento

08 – Dia Mundial da Fibrose Cística

09 – Dia do Médico Veterinário

10 – Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

13 – Dia Mundial da Sepse

13 – Dia Nacional de Luta dos Acidentados por Fontes Radioativas. Data instituída pela Lei nº 12.646/2012

15 – Dia Mundial de Conscientização Sobre Linfomas

16 – Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose. Data instituída pela Lei nº 12.629/2012

16 – Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio

17 – Dia Mundial da Segurança do Paciente

17 – Dia Mundial do Doador de Medula Óssea

18 – Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma. Data instituída pela Lei nº 12.637/2012

19 – Dia Internacional de Conscientização sobre Picadas de Cobra

21 – Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. Data instituída pela Lei nº 11.736/2008

21 – Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Data instituída pela Lei nº 11.133/2005

22 – Dia do Contador

22 – Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens

22 – Dia Mundial da Leucemia Mieloide Crônica

23 – Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças

23 – Dia Internacional das Línguas de Sinais

Última semana completa de setembro – Semana Internacional das Pessoas Surdas

25 – Dia Internacional do Farmacêutico

25 – Dia Mundial do Pulmão

26 – Dia Nacional dos Surdos. Data instituída pela Lei nº 11.796/2008

27 – Dia Nacional da Doação de Órgãos. Data instituída pela Lei nº 11.584/2007

28 – Dia Mundial da Raiva

29 – Dia Mundial do Coração

Campanha do Mês

Setembro amarelo: prevenção ao suicídio nas organizações

O mês de setembro é marcado pela maior campanha de prevenção ao suicídio do país. A cada ano, o tema ganha mais atenção e tem sua importância reconhecida por diferentes setores da sociedade.

Contudo, ainda existem muitos tabus, preconceitos e falta de conhecimento em torno da depressão e de outros transtornos psicológicos, o que prejudica sua assistência e acaba colocando a vida de milhares de pessoas em risco.

Felizmente, campanhas como a do Setembro Amarelo são cada vez mais difundidas e têm um papel decisivo na conscientização da população, engajando as organizações e toda a população.

Setembro Amarelo - Valorização à Vida

Setembro amarelo e sua importância para a prevenção ao suicídio

As ações de conscientização do Setembro Amarelo visam engajar todos os segmentos da sociedade ao longo do nono mês do ano, com o objetivo de difundir informações e práticas adequadas à prevenção ao sucidio.

O calendário da campanha foi criado para alinhar-se ao Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, ampliando suas discussões para além do dia 10 de setembro. A ideia é evidenciar o tema durante todo o mês, para que ele se torne mais constante no debate público.

Afinal, trata-se de uma questão de saúde coletiva, que demanda atenção constante. Portanto, o foco é reforçar o acesso à informação e a importância de prestar assistência, para criar uma cultura de conscientização que permaneça durante todo o ano.

De acordo com o portal oficial da campanha do Setembro Amarelo, mais de 13 mil suicídios são registrados anualmente no Brasil e mais de 01 milhão no mundo. Cerca de 96,8% dos casos estão relacionados a transtornos mentais, com destaque para a depressão.

O mês de prevenção ao suicídio foi criado justamente para prevenir e minimizar essas estatísticas alarmantes. Com o tempo, as ações cresceram e ganharam forte adesão, conquistando todo o país.

A história do setembro amarelo

O Setembro Amarelo é organizado nacionalmente por meio de uma parceria entre o Conselho Federal de Medicina (CFM), Centro de Valorização à Vida (CVV) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

A primeira edição foi promovida em 2014, como uma forma de potencializar as ações que já eram realizadas para o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio e para ampliar os seus efeitos de conscientização durante todo o ano.

Com o objetivo de reduzir os índices nacionais de suicídio e de difundir os meios de assistência contra a depressão e outros transtornos relacionados, as organizações responsáveis pela campanha engajam suas unidades federadas, núcleos, associados e toda a sociedade.

O primeiro grande marco foi em 2016, quando todo o país pôde entender o que é Setembro Amarelo graças à conquista de espaços inéditos na imprensa, além da consolidação de inúmeras parcerias em âmbito nacional.

Desde então, grandes monumentos históricos e pontos turísticos passaram a ser iluminados com a cor amarela ao longo do mês, com destaque para o Cristo Redentor, assim como espaços públicos e privados em todo o Brasil.

Com o tempo, as pessoas e as organizações começaram a aderir ao movimento, com participações em caminhadas e a criação de ações próprias de conscientização sobre esse tema tão importante.

O Setembro Amarelo já está consolidado no calendário de campanhas de conscientização do país. Quem cuida da gestão na sua organização deve ficar atento às divulgações da campanha para promover ações adequadas ao fortalecimento da causa.

Por que a campanha é tão importante?

As estatísticas que apoiam a campanha de prevenção ao suicídio tornam-se ainda mais alarmanetes quando colocadas em uma perspectiva cotidiana: dados da OMS publicados pela UFMG apontam que um brasileiro tira a própria vida a cada 45 minutos.

No mundo, um suicídio ocorre a cada 40 segundos. Basicamente, cerca de um milhão de vidas poderiam ser preservadas com a garantia de assistência e de acolhimento logo nos primeiros sinais de depressão ou de outros transtornos psicológicos.

Inclusive, essa estimativa não é um exagero. A própria Organização Mundial de Saúde aponta que pelo menos 9 a cada 10 mortes por suicídio podem ser evitadas por meio da educação e de campanhas preventivas.

Esses levantamentos deixam muito claro qual a importância do Setembro Amarelo em termos de conscientização. Somado a isso, há o fato de que o Brasil ainda enfrenta dificuldades para evitar o crescimento nas taxas de suicídio.

Enquanto o mundo apresenta uma redução de 36% nos índices, as mortes por lesão autoprovocada aumentaram 35% entre os brasileiros de 2011 a 2020.

As informações são do DataSUS e foram divulgadas pelo portal Plural.

Precisamos falar sobre depressão

A depressão afeta milhões de pessoas ao redor do mundo. Ela muitas vezes não é percebida por quem sofre com o problema e nem por pessoas próximas. Contudo, ela está ligada a mais da metade das tentativas de sucídio, segundo publicação do Pebmed.

Muitas pessoas ainda enxergam essa doença como um tabu, associando-a a questões menores do cotidiano ou até a uma espécie de “frescura” do paciente. Isso dificulta o seu diagnóstico e acaba impedindo a busca por ajuda.

Informações do Ministério da Saúde indicam que a prevalência de depressão ao longo da vida no Brasil gira em torno de 15,5%. Na rede de atenção primária de saúde, a prevalência é de cerca de 10,4%. Ainda de acordo com o MS, os sintomas de depressão clássicos incluem:

  • Humor depressivo, com sentimentos constantes de tristeza, culpa ou autodesvalorização;
  • Perda da capacidade de sentir prazer e alegria, mesmo nas atividades que a pessoa mais gosta;
  • Apatia, que se manifesta na sensação de “falta de sentimento”. Já as dificuldades são vistas como intransponíveis;
  • Avaliação negativa de si. A pessoa também sente que é um peso para familiares e amigos;
  • Tendência de invocar a morte como um alívio para si e para as pessoas ao redor. Isso varia desde um pensamento vago, até planos detalhados de suicídio;
  • Falta de energia, cansaço excessivo, lentificação motora e do pensamento, falta de vontade e baixa concentração;
  • Mudanças no apetite e no sono, diminuição do interesse sexual, mal estar, dor no peito, sudorese, taquicardia e queixas digestivas.

Um dos grandes objetivos do Setembro Amarelo é esclarecer como ajudar uma pessoa com depressão, evidenciando esses sintomas que muitas vezes são silenciosos, desmistificando os tabus em torno deles e garantindo conscientização sobre a importância de combatê-los efetivamente.

O que pode levar a depressão?

As causas da depressão são bastante variadas, mas a ciência já conhece alguns fatores que favorecem o seu surgimento. O papel do Setembro Amarelo na prevenção ao suicídio é justamente garantir que ela seja vista como uma doença, e não como algo banal ou passageiro.

Sendo assim, é importante entender que o seu surgimento pode estar ligado a fatores específicos e que precisam ser tratados, como em qualquer outra patologia. Voltando às informações do Ministério da Saúde, essas causas incluem:

  • Fatores genéticos: indivíduos com familiares depressivos têm 40% de suscetibilidade para desenvolver a doença;
  • Bioquímica cerebral: há evidências de que a deficiência de certos neurotransmissores favorece a depressão, como Serotonina, Noradrenalina e Dopamina;
  • Eventos específicos: situações estressantes ou traumáticas podem desencadear depressão ou episódios depressivos em quem tem predisposição.

Junto dessas causas, o Ministério da Saúde ainda aponta que há outros fatores de risco capazes de contribuir para o desenvolvimento da depressão. Eles envolvem desde condições biológicas, até questões da vida cotidiana. Veja os principais:

  • Estresse crônico;
  • Ansiedade crônica;
  • Outros transtornos psiquiátricos correlatos;
  • Dependência de álcool e outras drogas;
  • Disfunções hormonais;
  • Ocorrência de traumas psicológicos;
  • Conflitos conjugais ou estresse no trabalho;
  • Desemprego ou mudanças bruscas de condições financeiras;
  • Presença de doenças cardiovasculares, neurológicas, neoplasias, entre outras.

Independentemente das causas, é fundamental reconhecer quando alguém próximo necessita de ajuda. Isso muitas vezes vai além dos sintomas de depressão considerados clássicos. Entenda melhor logo abaixo.

Como identificar alguém que precisa de ajuda?

Apesar de ser importante conhecer os sintomas de depressão e como se manifestam, lembre-se que eles muitas vezes são silenciosos. Quem sofre com a doença acaba acumulando esses sentimentos e problemas, que se agravam com o passar do tempo.

Na maioria dos casos, os sinais de alerta para a prevenção ao suicídio não são tão claros. Eles envolvem um conjunto de fatores, que podem ser notados em pequenas mudanças verbais e comportamentais do cotidiano. Por isso, preste atenção aos sinais verbais e comportamentais:

Sintomas verbais
Os sintomas verbais podem ser apresentados em diferentes níveis, desde falas vagas sobre descontentamentos em relação à vida, até o suicídio propriamente dito. Nos dois casos, é preciso ter cuidado para não dar pouca importância ao que é manifestado.

Falas como “não aguento mais”, “não quero continuar” ou outras semelhantes quase nunca são associadas aos sintomas de depressão, quando na verdade são pedidos de socorro. Em todos os casos, é preciso ter muita atenção.

Sintomas comportamentais
O cuidado com os sintomas comportamentais deve ser no sentido de não confundi-los com mera estranheza, preguiça ou simples desânimo. Isso porque, eles se manifestam em mudanças sutis no dia a dia.

A pessoa pode começar a se isolar, faltando frequentemente ao trabalho ou abandonando suas atividades comuns de lazer, por exemplo. Nesses casos, também surge o desinteresse por aquilo que gostava.

Outros sinais comuns são ligados à alimentação, em que a pessoa come mais ou menos do que o usual. Também pode haver mudanças no sono, na forma de insônia ou excesso de sono, além de alterações no comportamento como agressividade, ansiedade ou excesso de apatia.

O que fazer para ajudar?

As campanhas de prevenção ao suicídio visam alertar a sociedade para a seriedade da questão e incentivar a criação de redes de apoio para quem precisa de ajuda. Portanto, é preciso saber como agir com as pessoas que possam estar sofrendo de depressão.

Em primeiro lugar, isso significa que cada indivíduo deve ser capaz de prestar auxílio àqueles que possam estar enfrentando crises depressivas, mesmo sem uma preparação específica em psicologia. Essa abordagem envolve:

Saber ouvir e demonstrar empatia com os problemas da pessoa;
Manter a calma e tentar transmiti-la diante das crises;
Demonstrar afeto e apoio ;
Jamais diminuir a seriedade da questão;
Estar ao lado constantemente do indivíduo depressivo;
Comunicar a família e os amigos sobre a necessidade de ajuda;
Receber bem as queixas das pessoas e respeitar seus sofrimentos;
Apontar que o suicídio não é a saída e que existem alternativas à situação;
Buscar ajuda profissionalizada e ressaltar sua importância ao indivíduo depressivo.
Essas ações de apoio são de suma importância. Entretanto, acima de tudo, é fundamental incentivar a busca por ajuda de profissionais como psicólogos, psicoterapeutas e psiquiatras.

Apenas esses especialistas são aptos a diagnosticar as origens do problema e orientar o tratamento mais adequado, que pode envolver técnicas de terapia ou até intervenções medicamentosas, caso necessário.

Conheça o CVV
Outra alternativa de grande valor para os momentos de extrema angústia ou de crises depressivas é recorrer ao Centro de Valorização à Vida. Além participar da organização do Setembro Amarelo, o CVV possui uma rede nacional de prevenção ao suicídio.

A instituição disponibiliza diversos canais de atendimento que podem ser usados por qualquer pessoa com depressão ou pensamentos suicidas. Neles, há voluntários treinados para ouvir desabafos, lidar com as queixas e ajudar a encontrar soluções mais adequadas para cada caso.

O principal canal é a linha telefônica gratuita 188. Contudo, também é possível falar via chat, e-mail ou até em conversas presenciais.

Campanha nas organizações através da gestão
Agora que você já sabe da importância do Setembro Amarelo, como funciona o Centro de Valorização da Vida, entre outras questões importantes relacionadas ao tema, tenha em mente que o bem-estar no trabalho também é imprescindível para a prevenção ao suicídio.

Afinal, as pessoas normalmente passam a maior parte dos seus dias trabalhando, sendo que o ambiente e as relações mantidas nas organizações são decisivas para seu bem-estar cotidiano. Isso sem falar na influência que as atividades profissionais têm nas demais áreas da vida.

Nesse sentido, é importante que o calendário de gestão inclua não só a campanha do Setembro Amarelo, mas outras ações de conscientização capazes de impactar a qualidade de vida dos colaboradores.

Claro que, mais que investir em campanhas e promover a conscientização, cabe ao setor de Recursos Humanos atuar ativamente para promover melhorias no ambiente organizacional que tenham impacto sobre a prevenção ao suicídio. Confira a seguir algumas para aplicar na sua organização:

Cuide do clima e da cultura organizacional
Promover uma cultura positiva dentro da organização envolve diferentes ações, que vão desde a promoção do engajamento e da socialização das equipes, até a elaboração de programas de desenvolvimento profissional e a implementação de feedbacks para solucionar conflitos.

Fale abertamente sobre o tema
A prevenção ao suicídio inclui sua desmistificação. Contudo, é preciso que as falas sejam responsáveis, para que não acionem gatilhos no receptor. Ou seja, ao mesmo tempo em que a discussão sobre o tema deve ser motivada, ela precisa ser feita com a abordagem correta.

O ideal é contar com o apoio de especialistas para tratar sobre o assunto, como na abertura de canais específicos de comunicação sobre saúde mental ou na promoção de palestras, por exemplo.

Prevenção não é apenas em setembro!
Ter atenção à saúde mental da equipe é fundamental. Sob qualquer sinal de desânimo, irritabilidade, apatia, falta de motivação, entre outros sintomas, é importante prestar apoio personalizado ao colaborador e viabilizar soluções para seus possíveis problemas.

Cuide da saúde mental dos colaboradores
Os programas de bem-estar devem englobar as condições psíquicas, físicas, financeiras e sociais dos colaboradores. Tão importante quanto ter especialistas em saúde mental, é incentivar a prática de exercícios, promover benefícios corporativos e trabalhar a convivência.

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Maio

Maio

Calendário da Saúde

Dia Mundial de Combate à Asma (1ª terça-feira de maio)

01 – Dia Mundial do Trabalho

05 – Dia Mundial da Higiene das Mãos

05 – Dia Internacional da Parteira

05 – Dia Nacional do Uso Racional de Medicamento

08 – Dia Internacional da Cruz Vermelha

08 – Dia Internacional da Talassemia

08 – Dia Mundial do Câncer de Ovário

08 – Dia Nacional das Hemoglobinopatias. Data instituída pela Lei nº 12.631/2012

10 – Dia Mundial do Lúpus

12 – Dia Internacional da Enfermagem

15 – Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares. Data instituída pela Lei nº 11.723/2008

15 – Dia de Conscientização Quanto à Mucopolissacaridose. Data instituída pela Lei nº 13.122/2015

16 – Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Celíaca

17 – Dia Mundial da Hipertensão

18 – Dia Nacional da Luta Antimanicomial

18 – Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Data Instituída pela Lei nº 9.970/2000

18 – Dia de Conscientização sobre a Necessidade de Vacina Contra HIV/Aids

19 – Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal

19 – Dia Mundial de Doação do Leite Humano

19 – Dia e Semana Nacional de Doação do Leite Humano. Datas instituídas pela Lei nº 13.227/2015

25 – Dia Internacional da Tireoide

26 – Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. Data instituída pela Lei nº 10.456/2002

28 – Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher

28 – Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

29 – Dia Mundial da Saúde Digestiva

30 – Dia Mundial da Esclerose Múltipla

31 – Dia Mundial Sem Tabaco

Campanha do Mês

Maio Amarelo

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 3,5 mil pessoas morrem diariamente nas rodovias mundiais. Para reduzir essa triste estatística, a campanha do Maio Amarelo, mês da conscientização no trânsito, se faz cada vez mais necessária.

A OMS lançou o Plano Global para a Década de Ação (2021-2030) de prevenção a acidentes. A meta é diminuir, pelo menos, 50% das mortes e lesões no trânsito até 2030.

O Maio Amarelo compõe o calendário colorido que, ao longo do ano, alerta sobre vários assuntos importantes que precisam ser debatidos na sociedade.

Maio amarelo: mês da conscientização no trânsito

A Resolução n0 871/2021, elaborada pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), resume bem o valor da coletividade para um trânsito seguro. A frase “Juntos salvamos vidas” está destacada no artigo 2, representando um direcionamento para as campanhas educativas.

Entre essas ações, promovidas pelas entidades e órgãos do Sistema Nacional de Trânsito (SNT), se destaca o Maio Amarelo — considerado o mês da conscientização no trânsito.

Quem criou esse movimento foi a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) no ano de 2014. Felizmente, as entidades nacionais de trânsito entenderam a importância dessa campanha e aderiram a ela.

Quem organiza, gerencia e toma a frente do Maio Amarelo são as equipes de comunicação e educação do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV). Mas todas as ações são reguladas e direcionadas pela já citada Resolução do CONTRAN.

Algumas estatísticas sobre o trânsito brasileiro revelam o quanto são importantes as iniciativas da campanha Maio Amarelo:

  • 50,2% da população afirma não ter o hábito de usar cinto de segurança no banco de trás — Ministério da Saúde;
  • Batidas e atropelamentos estão na oitava posição entre as principais causas de morte no Brasil — dados de 2019, Instituto para Avaliação de Métrica de Saúde (IHME), Universidade de Washington (EUA);
  • Em um ano, 31.945 brasileiros morreram no trânsito (taxa de 15,2 mortes por 100 mil habitantes) — dados de 2021, Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans);
  • 36% dos acidentes são causados por colisão de veículos — dados de 2022, Panorama dos Acidentes, publicado pelo Ministério da Infraestrutura.

Sem dúvidas, esses números assustam. Justamente por isso as atividades do Maio Amarelo busca conscientizar todos os brasileiros sobre o cuidado no trânsito. O principal objetivo é que o conhecimento incentive a prevenção, diminuindo as estatísticas negativas sobre incidentes no trânsito.

Como promover a campanha na organização?

As organizações não só podem, como devem, colaborar na divulgação e no sucesso das ações do Maio Amarelo. Afinal, os colaboradores fazem parte da sociedade. Muitos deles são motoristas, ciclistas ou motociclistas; todos são pedestres, em determinadas situações, passageiros.

Além disso, existem organizações que trabalham diretamente com o transporte e, portanto, precisam orientar os profissionais que dirigem os veículos da frota interna.

Quais são as melhores ações para demonstrar a importância desse movimento para os colaboradores? A seguir, apontamos as principais.

Kit informativo
Com certeza, a comunicação é uma das melhores estratégias de conscientização da segurança no trânsito. Por meio dela, a organização ensina, corrige conceitos e hábitos errados, estimula e reforça conhecimentos aprendidos. Vale lembrar que a comunicação pode ser verbal, escrita ou visual.

A organização pode explorar todas essas formas de comunicação por meio de um kit informativo com dicas, frases e objetos personalizados sobre o Maio Amarelo. Entre os itens que podem ser incluídos no kit, estão:

  • Porta retrato para veículos;
  • Bolsa térmica;
  • Cartões informativos;
  • Adesivos;
  • Suporte e capa para o celular;
  • Travesseiro de pescoço.

Para a comunicação verbal, os cartões informativos podem indicar um site, blog ou canal de vídeos voltados para a educação no trânsito. Se a organização tiver uma rede social ou TV corporativa, é interessante produzir conteúdos relacionados com o Maio Amarelo e também indicá-los nos cartões.

Jogo das escolhas
Outra ação importante para a campanha são os treinamentos e workshops. Nesses eventos, as organizações conseguem incluir atividades divertidas e lúdicas. Dessa forma, os colaboradores participam da aprendizagem com mais engajamento, bem como melhoram a retenção dos conhecimentos.

Uma das atividades do Maio Amarelo que podem ser incluídas é o jogo das escolhas. Funciona assim: um cenário simples parecido com uma avenida urbana – com semáforo, faixa de pedestres, etc – é criado em um ambiente interno.

A partir disso, alguns colaboradores são convidados a participar da brincadeira. Em uma simulação, um dos participantes ouve o celular tocar várias vezes. A equipe que conduz a atividade diz que é o chefe dele e pergunta o que faria: atender, mandar mensagem ou procurar um lugar seguro para estacionar e retornar a ligação?

A resposta certa é recompensada com brindes. Já a errada é encarada com tristeza e o participante recebe um informativo sobre regras básicas de segurança no trânsito.

Além da brincadeira estimular um clima de descontração, alegria e interação entre os trabalhadores, é uma forma leve e menos engessada de reforçar aspectos centrais da educação no trânsito.

Palestras a favor da conscientização de trânsito
Os gestores podem realizar palestras voltadas para o tema Maio Amarelo. Durante esses eventos, os colaboradores serão convidados a expressar dúvidas, elaborarem sugestões e falarem o que tem feito para garantir um trânsito mais seguro.

Se for possível, a organização pode convidar para esses eventos autoridades de trânsito, profissionais que atuam em escolas de formação de condutores e especialistas em segurança no trânsito. O resultado é o aumento na credibilidade das informações que serão passadas no evento.

Os que assistirem toda a palestra, podem receber um certificado com carga horária. Além disso, todas as palestras relacionadas ao Maio Amarelo podem ser disponibilizadas em canais internos de comunicação, para que sejam revisitadas sempre que necessário.

Checklist de segurança
Um recurso visual que reforça a importância do Maio Amarelo é o checklist de segurança. Ele nada mais é do que um lembrete com as principais regras para garantir um trânsito seguro. Por exemplo:

  • Aperte o cinto de segurança;
  • Confira os freios;
  • Verifique os pneus;
  • Observe o nível da água e do óleo;
  • Veja se os faróis estão funcionando;
  • Não beba antes de dirigir.

Esse checklist pode ser distribuído em kits, mensagens instantâneas, e-mails, redes sociais, TV corporativa e também fixado em murais internos. O ideal é que seja um checklist bem visual e objetivo, para facilitar a retenção da informação.

O que diz a lei sobre o acidente de trajeto?

O acidente de trajeto (também chamado de acidente de trânsito ou acidente de percurso) acontece quando um colaborador sofre algum dano físico no deslocamento entre a residência e o trabalho – ou vice-versa.

Não importa o meio utilizado na locomoção: carro, bicicleta, motocicleta ou transporte público – de acordo com a Lei n0 8.213/91. Essa legislação também deixa claro que o acidente de trajeto é um acidente de trabalho.

Após a reforma trabalhista, uma regra da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) pode causar dúvidas. No artigo 58, é dito que o tempo de deslocamento entre a casa e organização não é contado como jornada de trabalho.

Porém, essa norma se refere apenas à contagem de horas para fins de cálculos da folha de pagamento. Sendo assim, não se aplica ao acidente de trajeto.

Como a organização pode contribuir para evitar acidentes de trajeto?

Segundo o estudo “Cenário brasileiro de acidentes de trabalho e trajeto”, publicado pela Younder, de 1970 a 2018, foram registrados 2.907.121 acidentes de trajeto. Em 2019, esse tipo de acidente representou 17,54% do total de acidentes de trânsito no Brasil.

Por meio de estratégias eficientes, a organização pode evitar que seus profissionais entrem para esses números, reduzir ou até eliminar os acidentes de trajeto. Essas ações podem ser desenvolvidas aproveitando a campanha do Maio Amarelo.

No entanto, elas devem ser aplicadas e reforçadas durante todo o ano. A seguir, elencamos algumas dessas ações.

Diminuir o nível de estresse dos colaboradores

As organizações que utilizam veículos em suas atividades, como as da área logística, vendas e atendimento – in loco – ao cliente, devem redobrar os cuidados com a segurança no trânsito. Visto que, os seus colaboradores estão constantemente em deslocamentos nas vias urbanas, estaduais e interestaduais.

Para conscientizar os profissionais, essas organizações devem se engajar de maneira especial no Maio Amarelo. Entretanto, os ensinamentos, práticas e regras obtidas nessa campanha devem fazer parte de um programa interno de segurança no trânsito.

Nele, a organização definirá medidas preventivas, como a redução do nível de estresse dos colaboradores. Como fazer isso? O primeiro passo é criar um bom ambiente de trabalho que contribua para o bem-estar físico e emocional dos trabalhadores.

Por exemplo, para evitar o cansaço mental e o desenvolvimento da síndrome de burnout, é possível flexibilizar os horários de trabalho. Dessa forma, os profissionais podem evitar enfrentar o trânsito em horários de picos de engarrafamentos.

Podemos também pensar em trabalhadores que atuam fora dos escritórios. No caso de equipes que trabalham em horários comerciais com um alto volume de demanda, como instaladores de internet e entregadores (comida e compras), por exemplo, é importante ter um time robusto.

Isso significa contratar mais funcionários para haver um revezamento. Dessa forma o acúmulo de trabalho e o cansaço que podem ocasionar acidentes são evitados.

Além do mais, é essencial, quando for o caso, que a organização forneça os equipamentos de proteção individual (EPI’s) adequados para cada função.

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Junho

Junho

Calendário da Saúde

05 – Dia Mundial do Meio Ambiente

06 – Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras. Data instituída pela Lei nº 12.026/2009

06 – Dia Nacional do Teste do Pezinho. Data instituída pela Lei nº 11.605/2007

07 – Dia Mundial da Segurança dos Alimentos

11 – Dia do Educador Sanitário

13 – Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo

14 – Dia Mundial do Doador de Sangue

15 – Dia Mundial de Conscientização sobre o Abuso Contra a Pessoa Idosa

19 – Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme

21 – Dia Nacional de Controle da Asma

21 – Dia Mundial de Conscientização sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

21 – Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Data instituída pela Lei nº 13.471/2017

24 – Dia Nacional de Conscientização sobre a Fissura Labiopalatina. Data instituída pela Lei nº 14.404/2022

25 – Dia Mundial do Vitiligo

26 – Dia Internacional de Apoio às Vítimas da Tortura

26 – Dia Nacional do Diabetes

26 – Dia Internacional Sobre o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas

Campanha do Mês

Junho vermelho é o mês de conscientização sobre a doação de sangue em todo o Brasil.

Além de reforçar a importância do tema, o junho vermelho também tem como foco angariar novos doadores voluntários para os hemocentros espalhados pelo país.

Como essa ação é realizada por instituições privadas e públicas, é certo dizer que a gestão também possui um importante papel neste incentivo à doação. Afinal de contas, essa celebração é de profunda relevância para a sociedade, visto que a disponibilidade de sangue para aqueles que estão precisando é capaz de salvar vidas.

A importância do Junho vermelho para a doação de sangue

O próprio mês de junho também foi escolhido estrategicamente. Ele marca a chegada do inverno e dos dias mais frios em boa parte do país. Com ele, baixa-se não só a temperatura, como também os estoques de sangue nos hemocentros.

Além disso, uma única doação de sangue é capaz de salvar até quatro vidas.

Justamente por isso, conscientizar é o primeiro passo para que a doação se torne uma atitude mais frequente por parte da população. Especialmente com as quedas nos estoques que acontecem de maneira mais evidente em junho.

É necessário tornar o assunto corriqueiro, cada vez mais presente nas rodas de amigos e familiares, assim como nas organizações. Afinal, muitos nem sequer sabem como ela funciona e sua importância.

O alcance da informação proporcionado pelo junho vermelho, busca incentivar e aumentar o número de doações.

Dentro das organizações, cabe agestão assumir uma postura ativa em prol deste ato de cidadania. A ocasião da campanha pode e deve ser utilizada de maneira estratégica para a promoção de ações.

Origem da campanha junho vermelho

A campanha Junho Vermelho começou em 2015. Ela partiu do movimento “Eu Dou Sangue”, que por sua vez, compartilha sua comemoração com o Dia Internacional da Paz.

Tal união foi pensada estrategicamente, visto que a comemoração considera que doar sangue está entre as mais genuínas formas de cultivar a paz.

Falando um pouco mais sobre o movimento Eu Dou Sangue, em suma, ele considera a doação um ato de luta pela vida. Afinal, a doação é uma prática cidadã que aproxima, equipara e une.

O Manifesto Eu Sou Sangue considera que “Doar sangue é um ato de sociedade que não tem raça, cor, classe social ou religião. Sangue nos une, nivela e nos equipara. Sangue é vermelho e ponto!”

Junho também foi escolhido pensando no inverno. Afinal, ainda que o Brasil seja um país tropical, esse mês costuma registrar baixas temperaturas, especialmente quando falamos em Sul e Sudeste.

O último motivo para junho vermelho é que no dia 14 de junho celebra-se o Dia Mundial do Doador de Sangue. Motivos então não faltam para incluí-lo em seu calendário da gestão.

Doação de sangue no Brasil

Dados do Ministério da Saúde apontam que 16 a cada 1000 brasileiros doam sangue.

Assim, o número representa algo como 1,6% da população e está dentro do que é orientado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A organização trabalha com a margem de 1% de população doadora em cada país.

Apesar de estar dentro do índice recomendado, o número não supre a atual demanda dos brasileiros.

Com a pandemia do covid-19, os bancos de sangue de todo o mundo registraram baixa de estoque. No Brasil não foi diferente: segundo dados do Ministério da Saúde, o número de doações entre 15 a 20% pelo medo de contaminação.

Mas esse passa longe de ser o único motivo que diminui a adesão à doação de sangue.

O que dificulta a doação de sangue no país?

Para além do período de pandemia, que de fato trouxe o medo de sair de casa à tona , a própria falta de conscientização. O problema é apontado pela Abiis (Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde) como o principal motivo pelo qual a maioria das pessoas não possui o hábito de doar sangue.

“O brasileiro ainda não tem a cultura de doar sangue. O país nunca passou por acontecimentos que exigissem uma maior compreensão sobre a importância da doação de sangue, como uma guerra, ao contrário de países como Japão ou Estados Unidos, onde o índice de doação é consideravelmente maior”, alerta a Abiis.

Para o Brasil lidar com essa realidade, junho vermelho se tornou até Projeto de Lei.

O PL 205/22, instaurado na Câmara, é uma iniciativa de fevereiro de 2022. Ela tem como objetivo instituir junho vermelho como uma campanha de saúde pública. Isso por meio do estímulo a ações nacionais, regionais e locais que sensibilizem, mobilizem e incentivem a doação.

O texto, no entanto, segue em análise pelos deputados.

Quais são os requisitos para doação?

Para doar sangue é necessário cumprir com alguns pré-requisitos.

Antes de tudo, é importante saber que os doadores precisam ter pelo menos 50 kg. Além de idade entre 16 a 69 anos.

Estar em boa condição de saúde geral também é fundamental. Ela é comprovado por meio de um checklist seguido pelos hemocentros:

  • Estar bem-alimentado, sem jejum e ter evitado o consumo de alimentos gordurosos três horas antes da coleta;
  • Ter uma boa noite de sono antes do exame, de pelo menos 6 horas;
  • Se for doar após o almoço, é necessário aguardar duas horas;
  • Na faixa etária de 60 a 69 anos só podem doar sangue indivíduos que já doaram antes de completar 60 anos.

Posso doar quando quiser?

Não, há uma periodicidade entre uma doação e outra a ser respeitada.

Os homens podem doar a cada dois meses, sem ultrapassar 4 doações ao ano.

Já as mulheres de três em três meses, sendo respeitado o limite de 3 doações por ano.

Em relação às quantidades, o máximo de sangue a ser retirado em cada doação é de 450 ml. Um adulto tem, em média, algo em torno de 5 litros.

Em maio de 2020, uma restrição que proibia homossexuais de doarem sangue foi finalmente derrubada pelo STF. A regra foi vista como discriminatória, e, assim, se tornou inconstitucional. Essa discussão era vigente desde 2017.

A medida foi revisada em um momento delicado para o país. O Brasil chegou a níveis baixíssimos de doação durante a pandemia do coronavírus. Dessa forma, a medida foi revista e, a doação, finalmente liberada.

Lembrando, ainda, que o tabu contra a doação de homossexuais é sequela de uma epidemia de HIV e AIDS nas décadas de 80 e 90 que enraizou o preconceito. Na época, acreditava-se que homossexuais carregavam a doença com maior frequência, o que não passa de uma afirmação preconceituosa.

Quais são os impedimentos temporários para doar sangue?

Existem uma série de impedimentos para doação de sangue. No entanto, a maioria deles são temporários. São eles:

  • Gestação e período pós-gestação: por 180 dias para cesariana e 90 para parto normal;
  • Resfriados, gripes e febre: só se pode doar uma semana após desaparecem os sintomas;
  • Amamentação: até um ano após o parto;
  • 72 horas após extrações dentárias;
  • Piercing e tatuagem realizados nos últimos 12 meses;
  • Ingestão de álcool 12 horas antes da doação;
  • 12 meses após transfusões de sangue;
  • Hérnia, apendicite, varizes e amigdalectomia impedem a doação por três meses;
  • Assim como colectomia, redução de fraturas, tireoidectomia, nefrectomia, histerectomia e colecistectomia impedem a doação por 180 dias;
  • Procedimentos realizados com endoscópio impedem a doação por 6 meses;
  • Exposição a risco para DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) no último ano.

E os definitivos?
Existem apenas cinco fatores que impedem, de maneira definitiva, a doação de sangue. São eles:

  1. Comprovação laboratorial ou clínica de presença de doenças transmissíveis pela corrente sanguínea. Entre elas estão a AIDS (vírus HIV), hepatites do tipo B e C, doença de chagas e doenças causadas pelos vírus HTLV 1 e 2;
  2. Ter enfrentado um episódio de hepatite após completar 11 anos de idade;
  3. Uso injetável de drogas ilícitas;
  4. Ter sido vítima de malária;
  5. Piercing na região genital ou em cavidade oral.

Campanha junho vermelho nas organizações

As organizações têm um papel muito relevante na conscientização sobre a campanha de doação de sangue.

Uma das atitudes mais comuns neste sentido envolve a organização de grupos de pessoas colaboradoras para doação coletiva. Neste caso, os grupos são levados em clínicas parceiras; ou há coleta no ambiente de trabalho.

Palestras e workshops anteriores à doação também são válidas. Afinal, entende-se que o tema naturalmente envolve dúvidas, principalmente para quem nunca doou. Também é importante para falar sobre tópicos mencionados acima, tais como:

  1. Contextualização da campanha de junho vermelho;
  2. Exposição de dados nacionais sobre doação de sangue;
  3. Requisitos para doação;
  4. Impedimentos (temporários ou definitivos).

Uma dica pode ser investir em ciclos de palestra sobre o tema. Semanalmente, cada um dos temas acima pode ser abordado de maneira mais específica.

Ideias para calendário de ações

Outras ideias que podem ajudar na organização do junho vermelho e em campanhas de doação de sangue na organização, são as seguintes:

  • Fornecer material de apoio que convença o colaborador e facilite uma tomada de decisão positiva. Cartilhas indicativas de onde e como doar próximo à organização são exemplos;
  • Criar uma corrente do bem com os colaboradores que doaram nos anos anteriores. Eles podem falar sobre a experiência, contar como o processo é seguro e abordar demais informações que estimulem a doação dos demais;
  • Desenvolver ações virais nas redes sociais sobre a temática. Falar sobre mitos e verdades sobre a doação de sangue é um bom exemplo;
  • Estudar parcerias com organizações que ofereçam descontos para as pessoas colaboradoras que doarem sangue.

Por fim, é importante que as organizações compreendam a relevância que possuem ao assumirem um papel ativo no junho vermelho.

Afinal, se cada uma fizer um pouquinho, o resultado pode ser incrível!

O que fazem com o sangue coletado dos colaboradores?

Primeiramente, o sangue é fracionado em 4 hemocomponentes. Isso significa que ele não é usado de modo instantâneo. Mas passa primeiramente por uma rigorosa análise antes de ser estocado.

Se aprovado, o sangue é direcionado para uso em situações de urgência ou emergência. Também são utilizados em internações ou em pacientes com problemas mais rigorosos de saúde.

Quem doa sangue tem o dia abonado?

Sim. Mas há algumas observações sobre o tema que merecem atenção especial.

De acordo com o artigo 473 da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), a pessoa colaboradora ganha falta justificada, ou seja, pode não comparecer ao trabalho em caso de doação de sangue voluntária.

Apesar disso, a regra só é válida para um dia a cada 12 meses. Neste caso, não é permitida a aplicação de sanções salariais. Por fim, o inciso IV indica que há obrigatoriedade de comprovação da realização do processo por parte do colaborador.

Conscientização é também um dever das organizações
Para concluir, podemos dizer que a conscientização sobre doação de sangue é também um dever das organizações. Isso porque a campanha junho vermelho impacta não somente as organizações, mas também seus colaboradores e familiares.

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Julho

Julho

Calendário da Saúde

Julho Amarelo – Mês de  luta contra as hepatites virais. Data instituída pela Lei nº 13.802/2019

01 – Dia da Vacina BCG

02 – Dia do Hospital. Data instituída pelo Decreto nº 50.871/1961

06 – Dia Mundial das Zoonoses

08 – Dia Mundial da Alergia

10 – Dia da Saúde Ocular

13 – Dia do Estatuto da Criança e do Adolescente

20 – Dia do Amigo

25 – Aniversário do Ministério da Saúde

25 – Dia do Motorista

25 – Dia Mundial de Prevenção do Afogamento

26 – Dia do Recepcionista

27 – Dia Nacional da Prevenção de Acidentes do Trabalho

27 – Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço

28 – Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais

Campanha do Mês

Julho verde e amarelo: mês da conscientização do câncer de cabeça e das hepatites virais

É importante que a gestão saiba introduzir a conscientização social no âmbito corporativo, para que assim a cultura organizacional e o respeito à sociedade se fortaleçam. E para isso, existem diversas campanhas especiais, como é o caso do Julho Verde e Julho Amarelo.

Essas duas abordam os temas de câncer de cabeça e pescoço, e prevenção e controle das hepatites virais, respectivamente.

Origem das campanhas

No Brasil, há algum tempo, vemos o movimento colorido para campanhas de conscientização e prevenção da saúde crescer. Elas surgiram com a intenção de alertar as pessoas sobre certas doenças, condições, síndromes e cânceres, para que dessa forma possa ser feito a prevenção e diagnóstico precoce.

No caso do Julho Verde, a campanha foi idealizada pela Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG Brasil) e implementada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP).

A principal motivação foi informar o quão eficaz é o tratamento do câncer de cabeça e pescoço quando feito precocemente. Por isso, é essencial realizar uma investigação para diagnóstico assim que percebido os sintomas.

O slogan “Desperte a esperança, venha para o Julho Verde” tem o intuito de mostrar, inclusive para aqueles já em tratamento, que é possível haver cura.

Já o Julho Amarelo é uma campanha instituída pela Lei nº 13.802/2019, que visa promover uma educação sobre as hepatites virais. Segundo a OMS, desde 2002 o Brasil já teve 75 mil óbitos decorrentes de hepatites virais.

Por isso que o Governo Federal promove, assim, ações de vigilância, prevenção e controle, diminuindo riscos de contração dessas doenças. Inclusive, a simbologia da cor amarela foi definida pela decorrência do amarelado dos olhos e pele apresentado nos infectados.

Sendo assim, é nítida a importância de implementar essas campanhas no endomarketing da sua organização. Será dessa maneira que haverá a promoção de saúde, para que assim haja a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento correto.

A importância da conscientização do câncer de cabeça e pescoço

O câncer de cabeça e pescoço representa um grupo de cânceres de boca, seios paranasais, nariz ou garganta. Pessoas tabagistas são as que mais apresentam risco de desenvolver a patologia, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Conforme a instituição, 35 mil a 40 mil brasileiros apresentam a doença anualmente. É o segundo câncer mais encontrado em homens, o quinto em mulheres e o sétimo mais comum no Brasil.

Por conta desse alto índice, a campanha do Julho Verde é extremamente significativa e passível de ser implementada nas corporações.

Sintomas
Inicialmente, a doença pode ser silenciosa, já que não há sinais visíveis. Porém, após estar em um estado um pouco mais avançado, os sintomas são perceptíveis e de fácil aparição, principalmente por ocorrerem na boca, seios paranasais, nariz e garganta.

Os principais sintomas relacionados ao câncer de cabeça e pescoço, são:

  • dores nos ouvidos e/ou pescoço;
  • rouquidão ou dificuldade para falar;
  • dificuldade para engolir;
  • dor ou secura na garganta;
  • feridas persistentes na boca;
  • emagrecimento sem causa definida;
  • ferida aparente na face;
  • aumento dos gânglios linfáticos ou nódulo.

A informação dada pelo Inca é de que quase 60% dos casos de câncer de cabeça e pescoço são diagnosticados tardiamente. Sendo assim, quando houver a observação de algum desses sinais, é necessário que a pessoa procure um atendimento médico o quanto antes.

Prevenção
Inicialmente, a doença pode ser silenciosa, já que não há sinais visíveis. Porém, após estar em um estado um pouco mais avançado, os sintomas são perceptíveis e de fácil aparição, principalmente por ocorrerem na boca, seios paranasais, nariz e garganta.

Os principais sintomas relacionados ao câncer de cabeça e pescoço, são:

  • dores nos ouvidos e/ou pescoço;
  • rouquidão ou dificuldade para falar;
  • dificuldade para engolir;
  • dor ou secura na garganta;
  • feridas persistentes na boca;
  • emagrecimento sem causa definida;
  • ferida aparente na face;
  • aumento dos gânglios linfáticos ou nódulo.

A informação dada pelo Inca é de que quase 60% dos casos de câncer de cabeça e pescoço são diagnosticados tardiamente. Sendo assim, quando houver a observação de algum desses sinais, é necessário que a pessoa procure um atendimento médico o quanto antes.

Tratamento
Há três formas de realizar o tratamento do câncer de cabeça e pescoço. São elas:

  • cirurgia;
  • radioterapia;
  • quimioterapia.

O principal deles é o procedimento cirúrgico, pois quando o caso ainda está localizado, é mais simples fazer a remoção do tumor sem que haja uma maior lesão na saúde da pessoa. Sendo assim, caso o nódulo se apresente na mandíbula, lábios ou língua, a retirada daquela parte é feita e realizada uma cirurgia plástica para recompor.

Além disso, o acompanhamento fonoaudiólogo também é muito recomendado para que haja uma maior recuperação da fala e deglutição.

Porém, quando a doença já está em metástase, ou seja, já se disseminou para outras regiões do corpo, o recomendado é fazer radioterapia ou quimioterapia.

A luta contra as hepatites virais

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado de forma branda, moderada ou grave, tornando assim o processo de desintoxicação do organismo muito mais complicado.

Segundo o Boletim Epidemiológico Hepatites Virais 2021, 600 mil casos de hepatites virais ocorreram nos últimos 20 anos no Brasil. O ranking de infecção por doença, é:

  • 24,4% para hepatite A;
  • 36,9% para hepatite B;
  • 38,1% para hepatite C;
  • 0,6% para hepatite D;
  • sem registros significativos para a hepatite E.

Em 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou metas para que o Brasil reduza novas infecções em 90% e a mortalidade decorrente de hepatite em 65%, até o ano de 2030. Por isso que o Julho Amarelo se faz tão necessário de ser implementado nas organizaçãos e sociedade em geral.

Tipos de hepatite

Muitas pessoas não sabem quais são as hepatites virais ou pensam que há apenas dois ou três tipos. Porém, existem no mínimo 5 doenças decorrentes dos vírus, onde suas principais diferenças estão na transmissão e evolução do quadro clínico.

Inclusive, algumas dessas patologias quando não tratadas corretamente, podem se tornar crônicas e auxiliar no desenvolvimento de cirrose e câncer no fígado.

De maneira em geral, os sintomas das hepatites virais podem ser ausentes, ou então ter sua aparição entre 15 dias e 6 meses, dependendo do tipo de doença. Os sinais apresentados podem variar entre:

  • cansaço;
  • febre;
  • enjoo;
  • tontura;
  • dor abdominal;
  • alteração na coloração da urina e das fezes;
  • aspecto amarelado na pele.

Confira abaixo mais detalhes sobre as hepatites virais que, em suma, possuem alguma aparição no Brasil.

Hepatite A

Esta é a chamada “hepatite infecciosa”, a qual possui uma transmissão fecal-oral. Isso significa que ela está ligada às condições de saneamento básico e higiene, onde a pessoa entra em contato com o vírus através da água ou alimentos contaminados.

O lado positivo é que suas consequências costumam ser leves e pode até ter uma cura independente. Além disso, existe a vacina contra o VHA (vírus da hepatite A), disponibilizada pelo SUS.

Hepatite B

Comumente encontrada no Brasil, a hepatite B tem sua transmissão feita através de fluidos corporais, como sangue, secreções, entre outros.

Isso significa que, ao utilizar um objeto pessoal contaminado, ter relações sexuais desprotegidas com alguém infectado, entre outros casos, há risco de se contrair a doença. Além disso, gestantes que apresentam hepatite B podem transmitir a patologia para seu bebê.

O lado positivo é que também existe vacinação contra o VHB (vírus da hepatite B), disponibilizada pelo SUS.

Hepatite C

Este é o tipo mais comumente encontrado, e sua transmissão ocorre via fluidos corporais. Ela é considerada uma epidemia cinco vezes maior que a da AIDS/HIV e também é a principal causa de transplantes de fígado, conforme dados do Ministério da Saúde.

Quando a infecção causada pelo vírus HBV atinge um estado crônico, pode causar cirrose, câncer de fígado e levar a pessoa a óbito. Por isso, é extremamente importante que sejam feitas as devidas prevenções e diagnósticos precoces, a fim de evitar complicações no organismo.

Hepatite D

A hepatite D está direta ou indiretamente relacionada à hepatite B. As formas de transmissão são as mesmas, e a infecção desta ocorre apenas em pacientes que possuem hepatite B. Por isso que a vacinação contra o VHB também é válida neste caso.

Hepatite E

Esse último tipo de hepatite viral é raro no Brasil, e se assemelha com a hepatite A, já que sua transmissão e seus sinais são os mesmos. A maior complicação que pode ocorrer é em mulheres grávidas infectadas, por isso é essencial realizar o pré-natal para a identificação dessa enfermidade.

Prevenção
É importante ressaltar que a maneira mais eficaz de se prevenir das hepatites virais é através da vacinação. No Sistema Público de Saúde (SUS), são oferecidas vacinas contra hepatite A e B, onde esta última também serve como defesa contra a hepatite D.

A prevenção das infecções fecal-oral, como as hepatites A e E, consiste em:

  • lavar as mãos sempre ao manipular alimentos ou ir ao banheiro;
  • lavar e demolhar alimentos que serão consumidos crus com uma água tratada ou fervida;
  • lavar bem as louças utilizadas para consumo de alimentos;
  • desinfetar objetos, bancadas e chão de áreas compartilhadas, como, por exemplo, a copa da organização, com hipoclorito de sódio a 2,5% ou com água sanitária.

Já para as contaminações causadas por fluidos corporais, como é o caso das hepatites B, C e D, as recomendações de prevenção são:

  • utilizar preservativo durante todas as relações sexuais;
  • não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • evitar o compartilhamento de objetos perfurocortantes;
  • realizar a profilaxia nas crianças nascidas de uma gestante infectada.

Tratamento
O tratamento, de maneira geral, pode variar a cada caso. Normalmente, após a análise do quadro médico do paciente, é prescrita uma medicação que controle os sintomas relatados, assim como para evitar ou diminuir a desidratação.

Em estágios agudos ou crônicos, ainda é realizado um acompanhamento médico para evitar complicações de cirrose ou desenvolvimento de câncer no fígado.

Além disso, não consumir bebidas alcoólicas ou outras substâncias entorpecentes, ter uma alimentação saudável e repousar são outras recomendações gerais que podem ser passadas para qualquer pessoa que esteja infectada pelo vírus da hepatite.

Todavia, em casos que ocorrem insuficiência hepática aguda, deve ser feita a hospitalização o mais rápido possível.

Julho verde e amarelo: campanhas nas organizaçãos

A tarefa da gestão é procurar maneiras de implementar 3 ações: solidária, informativa, e de promoção à saúde. Assim, basta adaptar cada prática à realidade da campanha de conscientização.

Primeiramente, a elaboração de materiais informativos servirá como meio de tornar a conscientização mais didática e eficaz.

Lembre-se de que hoje em dia há diversos recursos para se utilizar e assim sair apenas do básico panfleto ou flyer. Portanto, procure desenvolver vídeos, imagens, áudios, arquivos, entre outros que comuniquem adequadamente o tema.

Por exemplo, para seus colaboradores, pode ser feito um vídeo do gestor falando da importância da prevenção e incentivando-os a lerem um material rico elaborado pela organização sobre os cuidados necessários. Ou ainda, realizar palestras e gamificação de algum assunto de conscientização sobre o tema.

Já para seus clientes, fazer publicações e lives nas redes sociais é uma forma de mantê-los engajados e demonstrar a preocupação por parte da corporação sobre esse assunto.

Por último, para proporcionar e promover o bem-estar e a saúde, várias ações podem ser colocadas em prática, como:

  • voucher ou parceria com academias;
  • disponibilizar uma alimentação saudável na instituição;
  • oferecer exames e consultas médicas sobre o tema da campanha;
  • desenvolver ginástica laboral para os colaboradores;
  • possuir uma política de higiene e limpeza rígida;
  • entre outros.

Dessa maneira, todos os três pilares estarão muito bem executados e você conseguirá fortalecer a mensagem da campanha de conscientização com maior êxito.

Papel da gestão na saúde dos trabalhadores

Além de produzir campanhas preventivas, a gestão deve informar os direitos dos colaboradores sobre a saúde. Neste caso, aborda-se a licença-médica, defendida na Lei 7.003.

Os trabalhadores que, por decorrência de algum problema de saúde, não conseguem executar suas atividades laborais, possuem direito ao afastamento remunerado.

Em suma, é necessário que o profissional tenha contribuído ao INSS por, pelo menos, 12 meses para ter direito a licença-médica. Dessa forma, caso o afastamento seja de até 15 dias, não haverá desconto na folha de pagamento. Todavia, se for superior, será necessário dar entrada ao benefício na Previdência Social.

Além disso, o colaborador que apresentar alguma das doenças poderá ter falta justificada para realizar exames, conforme defende o artigo 473 da CLT.

O papel da gestão na saúde dos trabalhadores é zelar pela integridade e segurança. Por isso que o controle de ASO é essencial nesses casos. Através dele é possível fazer um acompanhamento do histórico médico, identificando assim indícios de doenças com mais facilidade, e encaminhando o profissional para os exames adequados.

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Outubro

Outubro

Calendário da Saúde

Outubro Rosa – Mês de conscientização sobre o câncer de mama. Data instituída pela Lei nº 13.733/2018

Mês de Conscientização sobre a Dislexia

01 – Dia Mundial da Urticária

01 – Dia Internacional das Pessoas Idosas e Dia Nacional do Idoso. Data instituída pela Lei nº 11.433/2006

1º sábado do mês – Dia Interamericano da Água

04 – Dia Nacional do Agente Comunitário de Saúde. Data instituída pela Lei nº 11.585/2007

04 – Dia Nacional dos Agentes de Combate às Endemias. Data instituída pela Lei nº 13.059/2014

05 – Dia Mundial da Meningite

06 – Dia Mundial da Paralisia Cerebral

08 – Dia Nacional de Doação de Cordão Umbilical. Data instituída pela Lei nº 13.309/2016

2ª quinta-feira do mês – Dia Mundial da Visão

2º sábado do mês – Dia Mundial de Cuidados Paliativos

10 – Dia Mundial da Saúde Mental

10 – Dia Nacional do Condutor de Ambulância

10 – Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas. Data instituída pela Lei nº 12.645/2012

11 – Dia da Pessoa com Deficiência Física

11 – Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Data instituída pela Lei nº 11.721/2008

12 – Dia Mundial da Artrite

12 – Dia das Crianças

12 a 18 – Semana Nacional de Prevenção da Violência na Primeira Infância. Data instituída pela Lei nº 11.523/2007

13 – Dia do Terapeuta Ocupacional e do Fisioterapeuta. Data instituída pela Lei nº 13.084/2015

13 – Dia Mundial da Trombose

13 – Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres

16 – Dia Mundial da Alimentação

17 – Dia Nacional da Vacinação

18 – Dia Mundial da Menopausa

18 – Dia do Médico

3º sábado do mês – Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita. Data instituída pela Lei nº 13.430/2017

20 – Dia Mundial e Nacional da Osteoporose

23 a 29 – Semana Internacional de Prevenção da Intoxicação por Chumbo

24 – Dia Mundial de Combate à Poliomielite

25 – Dia Nacional de Combate ao Preconceito Contra as Pessoas com Nanismo. Data instituída pela Lei nº 13.472/2017

25 – Dia do Cirurgião Dentista

25 – Dia Nacional da Saúde Bucal. Data instituída pela Lei nº 10.465/2002

27 – Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doenças Falciformes. Data instituída pela Lei nº 12.104/2009

27 – Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra

27 – Dia Mundial do Terapeuta Ocupacional

29 – Dia Mundial do AVC (Acidente Vascular Cerebral)

29 – Dia Nacional e Mundial da Psoríase

30 – Dia Nacional de Luta do Paciente Reumático. Data instituída pela Portaria de Consolidação MS nº 1/2017, art. 527

Campanha do Mês

Outubro Rosa e a importância do diagnóstico precoce de câncer de mama

A promoção à saúde do colaborador é uma das responsabilidades do Recursos Humanos. Por isso, é importante que o setor promova campanhas relevantes socialmente, como a do Outubro Rosa.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostra em suas pesquisas o quão grave o câncer de mama pode ser, mas que há um alto índice de cura quando ocorre o diagnóstico precoce.

Com a prática de ações internas, a gestão conseguirá inclusive proporcionar um ambiente de trabalho mais positivo, auto consciente e engajado.

Qual a importância do Outubro Rosa e por que a gestão deve promover essa campanha?

O Outubro Rosa, como você deve saber, é uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Ela é celebrada anualmente a fim de compartilhar informações que contribuem com o aumento de diagnósticos e a redução da mortalidade.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o câncer mais incidente e com maior taxa de mortalidade na população feminina mundial e brasileira. Felizmente, com um diagnóstico precoce, as chances de cura são de 95%.

Portanto, promover o Outubro Rosa nas organizações é essencial para levar conhecimento aos colaboradores e auxiliar na diminuição das estatísticas.

Interligar seu endomarketing às ações de conscientização e prevenção auxiliam não apenas na perpetuação do conhecimento, como também incentiva o autocuidado. De acordo com o especialista Dr. Russel Thackeray, pessoas que cuidam de si tendem a ter mais foco, concentração e produtividade.

Ou seja, a organização consequentemente também ganha profissionais melhores ao implementar essas campanhas, gerando assim um ambiente de trabalho acolhedor e de qualidade.

Como surgiu a campanha de conscientização do câncer de mama?

O Outubro Rosa, como você deve saber, é uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Ela é celebrada anualmente a fim de compartilhar informações que contribuem com o aumento de diagnósticos e a redução da mortalidade.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o câncer mais incidente e com maior taxa de mortalidade na população feminina mundial e brasileira. Felizmente, com um diagnóstico precoce, as chances de cura são de 95%.

Portanto, promover o Outubro Rosa nas organizações é essencial para levar conhecimento aos colaboradores e auxiliar na diminuição das estatísticas.

Interligar seu endomarketing às ações de conscientização e prevenção auxiliam não apenas na perpetuação do conhecimento, como também incentiva o autocuidado. De acordo com o especialista Dr. Russel Thackeray, pessoas que cuidam de si tendem a ter mais foco, concentração e produtividade.

Ou seja, a organização consequentemente também ganha profissionais melhores ao implementar essas campanhas, gerando assim um ambiente de trabalho acolhedor e de qualidade.

Sintomas e tratamento do câncer de mama

Agora que você já sabe o que é Outubro Rosa, como surgiu e qual a sua importância, daremos um resumo de tudo o que é preciso saber sobre essa enfermidade.

Primeiramente, é importante ter em vista que o câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais na região mamária. Por consequência, forma-se um tumor com potencial de invadir outros órgãos.

Há vários tipos de câncer de mama, que podem ter um desenvolvimento rápido ou lento. É válido ressaltar que a doença também pode acometer homens, mesmo que o índice seja de apenas 1%.

O tratamento é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Unidades Hospitalares especializadas. Para participar, é só realizar o diagnóstico pelo Médico da Família e iniciar o tratamento.

Quais são os principais sintomas?

Segundo Paula Saab, médica mastologista membro titular da Sociedade Brasileira de Mastologia e preceptora do curso de Medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS), existem 7 sinais de atenção. São eles:

  1. Retrações de pele e do mamilo que deixam a mama com aspecto de casca de laranja;
  2. Saída de secreção aquosa ou sanguinolenta pelo mamilo;
  3. Vermelhidão da pele da mama;
  4. Pequenos nódulos palpáveis nas axilas e/ou pescoço;
  5. Inversão do mamilo;
  6. Inchaço da mama;
  7. Dor local.

A mastologista informa que 90% das vezes que há um nódulo palpável na mama, é porque o câncer já está em fase na qual é necessário o tratamento clínico.

A importância da mamografia

Segundo Paula Saab, médica mastologista membro titular da Sociedade Brasileira de Mastologia e preceptora do curso de Medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS), existem 7 sinais de atenção. São eles:

  1. Retrações de pele e do mamilo que deixam a mama com aspecto de casca de laranja;
  2. Saída de secreção aquosa ou sanguinolenta pelo mamilo;
  3. Vermelhidão da pele da mama;
  4. Pequenos nódulos palpáveis nas axilas e/ou pescoço;
  5. Inversão do mamilo;
  6. Inchaço da mama;
  7. Dor local.

A mastologista informa que 90% das vezes que há um nódulo palpável na mama, é porque o câncer já está em fase na qual é necessário o tratamento clínico.

Como realizar a prevenção ao câncer de mama?

Para aqueles casos que não sofrem influência de fatores hereditários ou associados ao ovário, podem sim ser prevenidos através de medidas como:

Prática de atividade física regular;
Peso corporal adequado;
Alimentação saudável;
Redução de consumo de bebidas alcóolicas;
Amamentar.
Essas são recomendações do INCA, que também incentiva a busca de alternativas para terapia de reposição hormonal, já que este hábito também gera desequilíbrio na saúde do corpo.

O que fazer na organização no Outubro Rosa?

Mesmo que apenas 51,56% das mulheres façam parte do mercado de trabalho, há muitos setores que se destacam pelas participações delas. As mulheres na gestão, por exemplo, são protagonistas. Além disso, todos nós temos pessoas próximas que são do gênero feminino.

Sendo assim, é importante que o Recursos Humanos saiba o que fazer na organização no Outubro Rosa, a fim de promover a prevenção e conscientização do câncer de mama. Abaixo, separamos algumas dicas para você ir além da decoração de Outubro Rosa. Confira!

Promova palestras e rodas de conversa com profissionais da saúde
Esses tipos de eventos são essenciais para informar e tirar dúvidas sobre o tema de forma didática, verídica e esclarecedora.

O mastologista, ou outros profissionais da saúde, podem auxiliar na explicação sobre:

  • A importância do autoexame;
  • Demonstração de como deve ser feito o toque;
  • Divulgação de dados do Outubro Rosa;
  • entre outros.

Isso fará com que seus colaboradores tenham mais conhecimento direto sobre a causa, e memorizem com mais facilidade as informações.

Incentive a participação de consultas e exames
Oferecer um plano de saúde que cubra os custos ou dê descontos para as mulheres é uma excelente iniciativa. É possível também buscar uma parceria com consultórios, caso não haja esse tipo de benefício na instituição.

Assim, a organização auxiliará na promoção da saúde das colaboradoras, além de ressaltar a importância do acompanhamento médico.

Divulgue informações nas redes sociais
As redes sociais são uma forma da organização perpetuar a informação sobre o câncer de mama e ainda se posicionar perante o mercado. É possível também compartilhar sobre as ações internas que são feitas durante esse período, e reforçar institucionalmente a marca.

Além disso, transformar a home do site da instituição, deixando-o temático e com uma aba exclusiva com dados e informações sobre o câncer de mama, ajudará ainda mais na contribuição à causa.

Crie materiais de conscientização
As cartilhas, panfletos, informativos, entre outros, são maneiras de informar de modo prático e eficiente sobre o câncer de mama. Eles podem ficar disponíveis no ambiente de trabalho, como nos banheiros e halls de entrada, por exemplo.

Mas a gestão também pode desenvolver uma campanha online, por meio de e-mails, grupos de conversa, compartilhamento de documentos, etc. Inclusive, esse é um meio de também informar sobre a campanha aos colaboradores de regime home office.

Apoie organizações sociais que trabalham em prol da causa
Para ajudar na prática, a organização ainda pode promover uma vaquinha para arrecadar doações às instituições dedicadas ao câncer de mama (e outros tipos de câncer). Ou então, criar uma meta interna que, caso atingida, será feita uma doação para alguma organização social.

Algumas Ongs que trabalham com a questão e podem ser apoiadas:

Femama;
Rede Feminina de Combate ao Câncer (veja a rede de sua região);
Grupo de Apoio à Pessoas com Câncer;
Associação Rosa Mulher;
Fundação Laço Rosa.
Para ir além, também é possível realizar um dia de voluntariado, visando levar conscientização aos colaboradores e alegria aos pacientes.

Faça ações de endomarketing
Realizar eventos internos de endomarketing é ótimo para manter os colaboradores engajados e conscientes. Algumas ações que podem facilmente serem implementadas, são:

  • Iluminar a fachada da instituição;
  • Fazer enfeites de Outubro Rosa na organização;
  • Instituir um dia para todos vestirem rosa;
  • Disponibilizar um canal para tirar dúvidas sobre o tema;
  • Promover uma corrida, para incentivar a prática de atividade física e remeter a história da campanha;
  • Incentivar o corte de cabelo para doação ao hospital ou instituto de câncer da região.

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SISTEMA

Gestão de Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade

Novembro

Novembro

Calendário da Saúde

Novembro Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem

01 a 07 – Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal. Data instituída pela Lei nº 13.230/2015

06 – Dia da Malária nas Américas

08 – Dia Nacional do Médico Radiologista. Data instituída pela Lei nº 13.118/2015

10 – Dia Mundial do Ceratocone

10 – Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. Data instituída pela Portaria de Consolidação MS nº 1/2017, art. 527

10 – Dia Nacional do Intensivista. Data instituída pela Lei nº 13.119/2015

12 – Dia Mundial da Pneumonia

14 – Dia Mundial e Nacional do Diabetes

16 – Dia Nacional dos Ostomizados. Data instituída pela Lei nº 11.506/2007

16 – Dia Nacional de Atenção à Dislexia. Data instituída pela Lei nº 13.085/2015

17 – Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata

17 – Dia Mundial da Prematuridade

17 – Dia Nacional de Combate à Tuberculose

18 a 24 – Semana Mundial de Conscientização Sobre Antimicrobianos

3ª Quarta-feira do mês – Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC

20 – Dia do Biomédico. Data instituída pela Lei nº 11.339/2006

20 – Dia Mundial da Criança

21 – Dia Nacional da Homeopatia

Penúltimo sábado do mês de novembro – Dia Nacional de Combate à Dengue. Data instituída pela Lei  nº 12.235/2010

23 – Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. Data instituída pela Lei nº 11.650/2008

25 – Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. Data instituída pelo Decreto nº 53.988/1964

25 – Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres

27 – Dia Nacional de Combate ao Câncer

27 – Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama. Data instituída pela Lei nº 12.116/2009

Campanha do Mês

Novembro Azul: 7 ideias para a campanha da sua organização

É sabido, através de estudos sociais e pesquisas de instituições como o INCA, que os homens possuem a cultura de não se preocuparem com a saúde. Por isso, o Novembro Azul é uma campanha essencial para ser praticada dentro das instituições.

Através de ações de endomarketing e em conjunto com a gestão, a organização consegue fomentar a conscientização e prevenção do câncer de próstata e ainda manter seus colaboradores engajados e saudáveis.

Qual a importância do Novembro Azul e por que a gestão deve promover essa campanha?

O Novembro Azul é uma campanha mundialmente conhecida como o mês da conscientização e prevenção do câncer de próstata. Seu principal intuito é incentivar o autocuidado aos homens e alterar os preconceitos acerca da saúde masculina.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o segundo tipo de tumor mais incidente na população masculina brasileira. Porém, infelizmente, mais de 60% dos homens só vão ao médico após sentirem sintomas graves.

A gestão de pessoas, como você sabe, inclui zelar pelo bem-estar físico e mental dos colaboradores. Sendo assim, ações de endomarketing como estas são essenciais para promover um ambiente de trabalho positivo, consciente e acolhedor.

Consequentemente, a organização ganha profissionais mais satisfeitos, saudáveis e felizes, que conseguem contribuir com mais energia, produtividade e engajamento.

Como surgiu o Novembro Azul?

A história de conscientização sobre a saúde masculina teve início na Austrália, em 2003, com um grupo de amigos. Inspirados na crescente movimentação do Outubro Rosa, os colegas decidiram fazer algo que gerasse impacto e engajamento dos homens.

Eles então tiveram a ideia de deixar seus bigodes crescerem, algo que já estava fora de moda na época. O mês de novembro foi escolhido pois a data 17/11 é referente ao dia mundial de combate ao câncer de próstata.

A ação reverberou pelo país, fazendo com que diversos homens deixassem de se barbear durante o período de novembro.

Em 2004, após a alta repercussão, os amigos acabaram criando o Movember Foundation. O nome foi inspirado na junção das palavras “moustache” e “november”, que significam bigode e novembro em inglês.

Ela nasceu com o objetivo de angariar fundos para mudar a face da saúde masculina mundial como um todo. Hoje, ela possui o foco na saúde mental e prevenção ao câncer de próstata e testículo.

O Movember foi estabelecido no Brasil apenas 4 anos depois, através do Instituto Lado a Lado Pela Vida e da Sociedade Brasileira de Urologia. O intuito da campanha “Um Toque, Um Drible” era desmistificar o tabu por trás do exame de próstata por toque, único possível para o diagnóstico na época.

Com isso, o movimento acabou ganhando força no país, e passou a compor as diretrizes de campanhas nacionais do Ministério da Cidadania. Anualmente, por conta do Programa Nacional de Controle ao Câncer de Próstata, todos os municípios brasileiros trabalham na perspectiva de trazer saúde integral ao homem.

Câncer de próstata: tudo o que você precisa saber sobre o tema

Agora que você já sabe o que é Novembro Azul, como surgiu e qual a sua importância, daremos um resumo de tudo o que é preciso saber sobre o câncer de próstata.

Primeiramente, é válido ressaltar que a próstata é um pequeno órgão responsável pela produção do sêmen. Ela fica situada abaixo da bexiga e próxima do reto.

O tumor é desenvolvido em decorrência da multiplicação desordenada de células anormais desta região, elevando a cada estágio um risco maior de vida.

Esse tipo de câncer acomete principalmente homens a partir dos 65 anos. Segundo o urologista Sandro Nassar, a terceira idade sofre mais com a doença por conta da ineficiência do reparo celular. Com o passar dos anos, o corpo acaba produzindo células que não possuem controle de multiplicação – chamadas de tumorais.

Por isso que a incidência de casos é de 75% para a população masculina mais velha, sendo necessário reforçar a importância da prevenção principalmente para essa faixa etária.

A gestão tem a responsabilidade de implementar ações de endomarketing voltadas para homens 50+, a fim de se comunicar de forma eficiente com esse público que é majoritariamente atingido por essa enfermidade.

Por outro lado, promover uma educação em saúde sobre esse tema para os mais novos pode despertá-los para orientarem familiares e colegas com mais idade, auxiliando, também, na prevenção da doença.

Quais são os principais sintomas?

O INCA indica que as fases iniciais do câncer são na maioria das vezes silenciosas, ou então confundidas com sinais de crescimento benigno da próstata. A evolução do tumor tem chances de ocorrer de forma rápida, o que dificulta o sucesso do tratamento quando não feito precocemente.

Todavia, a maioria dos casos tem um crescimento lento, podendo levar cerca de 15 anos para atingir 1 cm. Nesse cenário, os sintomas provavelmente serão inexistentes, e o tumor não ameaçará a saúde do homem.

Para os estágios iniciais, pode ocorrer:

  • Dificuldade de urinar;
  • Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.

Já nos casos em que há um avanço da doença, os sinais também se agravam, provocando problemas ósseos, urinários e renais.

Em estágio grave, pode causar alguns sintomas, como:

  • Micção frequente;
  • Fluxo urinário fraco ou interrompido;
  • Vontade de urinar frequentemente à noite;
  • Sangue na urina ou no sêmen;
  • Disfunção erétil;
  • Dor no quadril, costas, coxas, ombros ou outros ossos;
  • Fraqueza ou dormência nas pernas ou pés.

Por ter sintomas leves no início, é imprescindível manter um acompanhamento médico de rotina. Dessa forma, é possível evitar o desconhecimento da doença e seu agravamento do estágio.

De que maneira é realizado o diagnóstico da doença?

A primeira indicação é iniciar o estudo clínico com base no teste de rastreamento genético – exame que coleta sangue ou saliva do paciente para analisar as mutações do gene. Segundo referências do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), a hereditariedade de primeiro grau duplica as chances do câncer de próstata ser desenvolvido.

Porém, esse teste não é obrigatório para contemplar o diagnóstico, pois serve apenas como um facilitador. Para realizar a confirmação do tumor, é preciso que o homem faça os seguintes exames:

  • Toque prostático (TP) ou exame retal (DRE): resume-se na inserção do indicador do médico para examinar o tamanho, limites, sulco mediano, consistência e presença de nódulos no órgão;
  • Antígeno prostático específico (PSA): é feito um exame de sangue convencional, onde são analisados os valores da PSA, uma substância produzida naturalmente pela próstata. Aqueles que forem dados entre 4 e 10 ng/ml devem ser observados com atenção. Já para valores acima de 10 ng/ml, é preciso fazer a biópsia;
  • Ultra-som transretal: trata-se de um ultrassom guiado, que utiliza de finas agulhas para coletar fragmentos da próstata. É por meio dele que o médico descobre em qual estágio da doença o câncer se encontra.

Por conta do preconceito inerente aos exames, muitos homens deixam de realizar o diagnóstico. De acordo com a pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, apenas 32% dos brasileiros fazem o DRE e TP.

E, infelizmente, pela falta de acompanhamento médico, cerca de 25% dos pacientes morrem em decorrência do avanço do câncer. Isso reforça o quão importante e necessário é incentivar a prevenção e diagnóstico precoce.

Como realizar a prevenção ao câncer de próstata?

A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia é que os homens que apresentam hereditariedade da doença devem fazer os exames a partir dos 45 anos. Aos demais, a indicação é começar com os diagnósticos na fase dos 50 anos.

Além disso, homens negros possuem 60% mais chances de desenvolver o tumor, e apresentam taxa de mortalidade 3x maior. Portanto, essa população também deve procurar um urologista por volta dos 40 anos.

Ter uma dieta saudável e evitar o consumo de gordura animal é a principal forma de prevenir o desenvolvimento do câncer e outras doenças crônicas não-transmissíveis. Mas, além disso, mais alguns cuidados devem ser praticados, como:

  • Manter o peso corporal adequado;
  • Praticar atividade física;
  • Não fumar;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Campanha Novembro Azul nas organizações: o que você pode promover?

A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia é que os homens que apresentam hereditariedade da doença devem fazer os exames a partir dos 45 anos. Aos demais, a indicação é começar com os diagnósticos na fase dos 50 anos.

Além disso, homens negros possuem 60% mais chances de desenvolver o tumor, e apresentam taxa de mortalidade 3x maior. Portanto, essa população também deve procurar um urologista por volta dos 40 anos.

Ter uma dieta saudável e evitar o consumo de gordura animal é a principal forma de prevenir o desenvolvimento do câncer e outras doenças crônicas não-transmissíveis. Mas, além disso, mais alguns cuidados devem ser praticados, como:

  • Manter o peso corporal adequado;
  • Praticar atividade física;
  • Não fumar;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Campanha Novembro Azul nas organizações: o que você pode promover?

As ações do Novembro Azul nas organizações podem ocorrer de diversas formas eficientes, indo além da iluminação colorida na fachada da instituição. Confira abaixo algumas iniciativas inovadoras e clássicas que a gestão pode promover nesse período.

Distribua materiais gráficos informativos
Distribuir cartilhas e folhetos para os colaboradores e aplicar lembretes e cartazes nos murais da organização é uma das melhores formas de disseminar a conscientização por meio da informação.

A gestão pode tanto produzir o próprio material, como também utilizar cartilhas oficiais, como a do INCA. Como vivemos na era tecnológica, todos os informativos podem ser enviados digitalmente, assim como kits e outras ações, auxiliando na divulgação aos funcionários home office.

Além disso, a utilização de outros brindes do Novembro Azul, como a produção de camisetas e broches, são mais uma maneira de reforçar a ação interna.

Realize campanhas nas redes sociais
Como foi dito, as organizações estão vivendo a era digital. Portanto, campanhas de conscientização também devem fazer parte das redes sociais. Inclusive, isso fortalece o posicionamento da instituição perante o mercado.

Um modo de realizar essa ação é fazendo:

  • Lives com um convidado especialista para tirar dúvidas da população;
  • Divulgar o que está sendo feito internamente;
  • Compartilhar dados e informações importantes sobre o câncer de próstata e a prevenção;
  • etc.

E ainda, a gestão pode sugerir que a home do site da instituição seja alterada, deixando o tema em evidência para chamar atenção dos seus usuários. Fazer uma aba exclusiva para partilhar dados sobre o assunto também é uma excelente ideia.

Promova eventos inspiradores
Outra forma de conscientizar os funcionários é fazendo eventos internos diferenciados. Convidar um urologista ou médico especialista para explicar e tirar dúvidas sobre o câncer de próstata, por exemplo, é uma excelente maneira de fortalecer a informação.

Se você entender que há certa resistência dos colaboradores, a gestão pode abordar este assunto de modo mais confortável.

Promover uma roda de conversa, com histórias de homens que já passaram por isso e que digam abertamente suas dificuldades e desafios, é excelente para sensibilizar seu público.

Além disso, realizar um stand-up comedy para quebrar o tabu deste tema e normalizar a causa também auxiliará no engajamento dos profissionais.

Apoie instituições envolvidas com a causa
Para levar a conscientização de forma humanizada ao Novembro Azul, a organização pode fornecer algum tipo de ajuda às instituições de câncer. Algumas ideias, são:

Arrecadar doações através de uma campanha beneficente;
Realizar doações às organizações sociais quando determinada meta interna ser atingida;
Dia de voluntariado com os colaboradores;
entre outros.
O Instituto Lado a Lado Pela Vida, pioneiro na implantação do Novembro Azul no Brasil, é uma ONG que pode ser apoiada. Outro exemplo seria o Instituto Vencer o Câncer – que presta auxílio para todos os tipos de tumores – e o MOLACAP (Movimento Latino-Americano Contra o Câncer de Próstata).

Incentive os colaboradores a realizarem o exame
Depois de promover todas as ações informativas e de engajamento, uma ótima estratégia é incentivar a participação dos colaboradores nas consultas médicas. Se a sua organização oferece plano de saúde total ou parcial, procure incluir a cobertura do exame clínico durante novembro.

Caso não haja esse benefício organizacional, oferecer descontos ou até mesmo uma parceria com consultórios é uma excelente solução para auxiliar na conscientização e prevenção do câncer de próstata.

Por fim, sua organização estará exercendo na prática aquilo que pregou durante o mês inteiro, destacando assim a importância do cuidado com a saúde masculina.

Crie desafios
Desenvolver alguma gamificação relacionada ao tema é uma excelente forma de engajar os colaboradores e descontrair o clima organizacional. Ela pode ser constituída de vários mini desafios ou tarefas, como por exemplo:

  • Compartilhar fotos nas redes sociais usando laço azul ou bigode;
  • Deixar a barba crescer e raspá-la no último dia do mês;
  • Ir de azul em determinada data;
  • Levar um alimento azul para o coffee break;
  • entre outros.

Para potencializar a dinâmica, a gestão pode promover uma competição entre equipes. Assim, no final da gamificação, o time vencedor leva brindes do Novembro Azul (voucher de delivery, livros, um dia de folga, etc).

Incentive hábitos saudáveis
Como vimos anteriormente, uma das maneiras de prevenir o câncer de próstata é ter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos.

Portanto, desenvolver um cardápio institucional sem carne (já que o alimento fomenta a evolução do tumor), criar um evento esportivo para o público interno, ou até mesmo produzir uma newsletter com sugestões de práticas saudáveis, são excelentes formas para isso.

Essa é uma forma de beneficiar todos da organização e ressaltar a importância dos hábitos saudáveis para a promoção do bem-estar e qualidade de vida.

Todos esses eventos internos de endomarketing são ótimas ações para manter os colaboradores engajados e conscientes. Porém, como você pode perceber, são muitas ideias e detalhes para organizar essas práticas.

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SISTEMA

Gestão de Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade

Dezembro

Dezembro

Calendário da Saúde

Dezembro Vermelho – Campanha Nacional de Prevenção ao HIV/AIDS e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis. Data instituída pela Lei nº 13.504/2017

01 – Dia Mundial da Aids

02 – Dia Pan-Americano de Saúde. Data instituída pelo Decreto nº 8.229/1941

03 – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

05 – Dia da Acessibilidade

06 – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. Data instituída pela Lei nº 11.489/2007

09 – Dia do Fonoaudiólogo. Data instituída pela Lei nº 11.500/2007

09 – Dia da Criança com Deficiência

09 – Dia do Alcoólico Recuperado

10 – Dia dos Direitos Humanos

12 – Dia Mundial da Saúde Universal

13 – Dia do Cego. Data instituída pelo Decreto nº 51.045/1961

14 a 21 – Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. Data instituída pela Lei nº 11.930/2009

Campanha do Mês

Dezembro Vermelho e Laranja: campanhas de prevenção ao HIV/Aids e câncer de pele

O dezembro vermelho e laranja pode ser uma campanha não tão conhecida como outras que acontecem ao longo do ano. No entanto, suas causas são igualmente relevantes. O movimento busca conscientizar sobre HIV/AIDS e o câncer de pele, enfermidades que acometem milhares de brasileiros.

É importante que campanhas de prevenção sejam integradas ao endomarketing das instituições, para, assim, incentivar o cuidado à saúde dos colaboradores.

O que é o dezembro vermelho e laranja?

O dezembro vermelho e laranja são campanhas de prevenção que visam conscientizar sobre o HIV/AIDS e o câncer de pele, respectivamente. O intuito é fazer com que o número de pessoas acometidas por essas patologias diminuam.

As doenças podem atingir qualquer pessoa, mesmo que haja certo preconceito ao redor dos assuntos. Em conjunto, elas afetam cerca de 250 mil novas pessoas todos os anos, segundo o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A importância em aplicar esse tipo de ação na cultura da organização é promover em primeiro lugar o bem-estar e a qualidade de vida ao colaborador. Consequentemente, o ambiente de trabalho se tornará empático, acolhedor e positivo, trazendo mais conforto, satisfação e felicidade ao público interno.

Dezembro vermelho: como surgiu a campanha de prevenção nacional ao HIV/AIDS

Os primeiros casos de HIV foram identificados em 1977, mas apenas em 1982 a doença foi reconhecida pela medicina. Infelizmente, por conta de boa parte da população infectada ser da comunidade LGBTQIA+, criou-se o estigma de que esta era uma “peste-gay”, como os próprios jornais da época se referiam.

Por conta das suas consequências alarmantes e da rápida difusão que tornou esta a epidemia do século, a ONU e a OMS declararam em 1988 a data de 1º de dezembro como Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

Neste momento, o Brasil já apresentava 4.535 casos, sendo eles héteros, homossexuais, enfermeiros e até famosos, como o cantor Cazuza.

O Ministério da Saúde deu início à distribuição gratuita de antirretrovirais três anos depois.

Mas foi apenas em 2017 que o Governo Federal criou a Lei 13.504, que institui a campanha nacional de prevenção ao HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis, denominada Dezembro Vermelho. O intuito, segundo a legislação, é:

  • Assegurar a aplicação dos direitos humanos às pessoas que vivem com HIV ou AIDS;
  • Dar assistência e proteção para as pessoas que foram expostas ao vírus;
  • Promover e unificar os eventos de conscientização sobre o tema.

Por isso que as organizações também devem tomar esse papel de difundir sobre a importância da prevenção do HIV/Aids.

AIDS e HIV: tudo o que você precisa saber sobre o tema

Antes de tudo, é importante ressaltar que o HIV e a AIDS são coisas diferentes. A AIDS é a sigla para a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – doença degenerativa, crônica e progressiva que afeta a capacidade do organismo de combater infecções.

O HIV é o vírus da imunodeficiência humana. É possível que as pessoas tenham esse vírus no corpo (se tornando assim soropositivas), mas podem não transmiti-lo ou até mesmo não desenvolver a AIDS.

Em suma, o vírus ataca as células de defesa do corpo, fazendo com que o organismo fique mais vulnerável a diversas doenças, chamadas de oportunistas.

Ao desenvolver para a AIDS, há um agravamento dessa situação, e a pessoa passa a ter patologias mais sérias, como câncer e tumores, além de apresentar neoplasias (acúmulo de tecido anormal que surge em diferentes partes do corpo, formando lesões e feridas).

Atualmente, são mais de 920 mil pessoas que vivem com HIV no Brasil, segundo o Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde. Dessas, quase 93% estão em tratamento e apresentam carga viral intransmissível.

É válido frisar que hoje em dia é completamente possível que uma pessoa soropositiva tenha uma boa qualidade de vida.

Por isso que se faz tão necessária a existência de campanhas como o dezembro vermelho e laranja em todas as esferas da sociedade. Dessa forma, o estigma e preconceito no entorno do assunto são desmistificados, auxiliando na promoção da informação e saúde com assertividade.

Quais são os principais sintomas?

Nas primeiras semanas após contrair o HIV é comum sentir sintomas semelhantes ao da gripe, como febre, fadiga e dores de garganta. Mas é apenas quando a doença evolui para a AIDS que outros sinais são percebidos, como:

  • Febre persistente;
  • Tosse seca prolongada e garganta arranhada;
  • Sudorese noturna;
  • Inchaço dos gânglios linfáticos durante mais de 3 meses;
  • Dor de cabeça, músculos e articulações;
  • Fadiga e dificuldade de concentração;
  • Rápida perda de peso;
  • Candidíase oral ou genital frequente;
  • Diarreia, náusea e vômitos de longos períodos;
  • Manchas e erupções vermelhas ou feridas na pele.

A aparição desses sintomas acontecem em torno de 8 a 10 anos após a contaminação do vírus, acompanhadas normalmente das doenças oportunistas.

É essencial que o diagnóstico seja feito o quanto antes. Isso evita que a detecção apenas no momento em que a evolução já estiver em fase aguda.

De que maneira é realizado o diagnóstico da doença?

O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito por meio da coleta de sangue ou fluido oral, que pode ser realizado em laboratório ou via teste rápido.

O exame em ambos os casos irá buscar anticorpos contra o HIV no material coletado, para assim entender se há latência do vírus no organismo.

O SUS disponibiliza testagem rápida gratuitamente em suas unidades de rede pública, que podem ser feitas inclusive de forma anônima. É possível detectar a contaminação após o período da “janela imunológica”, ou seja, 30 dias depois da situação de risco.

O diagnóstico precoce aumenta a perspectiva de vida, já que o tratamento com medicamentos antirretrovirais auxiliam na diminuição da carga viral, até chegar ao ponto do HIV não ser mais transmissível.

Além disso, gestantes soropositivas têm 99% de chance de não passarem a doença para seus bebês, caso sigam o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto.

Ou seja, mesmo que ainda não exista a cura da AIDS, viver com a presença do HIV no organismo não impede que a pessoa tenha uma vida regular e saudável.

Como realizar a prevenção à AIDS?

Como você já deve saber, a forma mais comum de contrair HIV é por meio de relações sexuais desprotegidas, como o sexo oral, anal ou vaginal. Se cortar com algum objeto cortante infectado, como agulhas, alicates e seringas, também é uma forma de se contaminar.

Por isso, é fundamental ter alguns cuidados para se prevenir da Aids. Alguns exemplos são:

  • Utilizar preservativos durante a relação sexual;
  • Fazer regularmente a testagem rápida;
  • Vacinar-se contra qualquer doença;
  • Realizar exames preventivos, como o de câncer de colo do útero;
  • Exigir material descartável ou esterilizado em qualquer local de possível compartilhamento de fluidos, bastante comuns em consultórios médicos, barbearias, serviços de manicure e estúdios de tatuagem;
  • Não compartilhar objetos cortantes, como agulhas, lâminas e seringas;
  • Utilizar luvas ao manipular feridas e líquidos contaminados;
  • Quando grávida, realizar testagem no pré-natal e seguir as orientações médicas.

De modo geral, é recomendado não compartilhar objetos pessoais. Além disso, deve-se utilizar sempre a camisinha em todas relações sexuais que realizar, mesmo com parceiros regulares. Essas são as formas mais simples e eficazes de se proteger da infecção do HIV.

Dezembro laranja: como surgiu a campanha de prevenção sobre o câncer de pele

A campanha do dezembro laranja surgiu em 2014, por iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Por ser o câncer mais comum no Brasil e no mundo, a campanha de prevenção passou a ser essencial para conscientizar a população.

Esse tumor ocorre quando as células se multiplicam sem controle em determinado lugar da pele, normalmente em pintas e sinais. Existem diferentes tipos dessa doença, e por isso é importante informar quais são eles e que perigos oferecem.

Tipos de câncer de pele

Tipo

Descrição

Desenvolvimento

Melanoma

Origina-se em células produtoras de melanina (substância que determina a cor da pele)

Câncer melanoma: manchas ou pintas escuras que crescem e mudam de cor e formato. Suas lesões podem sangrar. 

Não Melanoma

Tem origem nas células basais (parte inferior da epiderme) ou escamosas (parte estrutural da epiderme)

Carcinoma basocelular: lesões peroladas elevadas, brilhantes ou escurecidas. Crescem lentamente e sangram com facilidade; Carcinoma espinocelular: lesões verrucosas ou que não cicatrizam. Também sangram, e podem causar dor. 

O câncer não melanoma representa a maior taxa de casos, sendo, inclusive, correspondente a 30% de todos os tumores malignos no Brasil. Já aquele que atinge os melanócitos tem pouca incidência, mas é o mais grave. Isso porque, ele é mais suscetível à metástase, dando mais chances para o tumor se espalhar aos outros órgãos do corpo.

Mesmo que seja mais raro, o câncer de pele pode ocorrer em pessoas negras e até mesmo em crianças. Porém, os casos mais comuns, principalmente para o de tipo “não melanoma”, são em pessoas:

  • Com pele clara, olhos claros, albinos ou sensíveis à ação dos raios solares;
  • Que apresentem o câncer no histórico pessoal ou familiar;
  • Com doenças cutâneas prévias;
  • Trabalhadores com exposição direta ao sol;
  • Com exposição prolongada e repetida ao sol;
  • Com exposição a câmaras de bronzeamento artificial.

Quais são os principais sintomas?

Se você deseja conscientizar sua organização e auxiliar na promoção à saúde dos colaboradores, é essencial entender quais são os sintomas do câncer de pele e como é possível identificá-los.

Os sinais mais comuns desse tumor, como explicado brevemente na tabela anterior, são:

  • Manchas que descamam, sangram ou coçam;
  • Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma, relevo ou cor;
  • Feridas que não cicatrizam em 4 semanas.

Esses sintomas surgem principalmente em áreas do corpo que mais são expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas. É importante que a pessoa se atente às manchas que surgirem e acompanhe se há alguma mudança dentro de poucas semanas ou meses.

De que maneira é realizado o diagnóstico da doença?

O diagnóstico do câncer de pele é feito por meio de biópsia ou retirada do sinal. A amostra é encaminhada para uma avaliação anatomopatológica, onde o médico especialista confirma se é ou não um tumor maligno.

É válido ressaltar que antes desse processo, o dermatologista precisa fazer o exame clínico, conhecido como dermatoscopia. Esse é um aparelho que permite a visualização das camadas da pele, mostrando se há alguma alteração das células no lugar.

Como comentado anteriormente, as pessoas devem acompanhar as pintas e manchas da pele, para atentar-se às mudanças e identificar possíveis sinais de tumor.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia e a American Cancer Society indicam a utilização da regra ABCDE. Esse é um guia de identificação de sinais sugestivos, que levam em consideração:

  • Assimetria: partes do sinal são diferentes;
  • Bordas irregulares: contorno mal definido;
  • Cor variável: presença de várias cores em uma mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul);
  • Diâmetro: maior que 6 milímetros;
  • Evolução: mudanças observadas em suas características (tamanho, forma ou cor).

Todavia, saiba que exceções podem acontecer. Portanto, é indicado ir ao médico regularmente, principalmente para pessoas de pele clara e com histórico.

Como realizar a prevenção ao câncer de pele?

Tratando-se de um tumor que atinge o órgão por conta da alta exposição solar, a prevenção será incisivamente na proteção da pele. Sendo assim, as principais medidas de proteção que todas as pessoas devem seguir, são:

  • Usar chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares;
  • Ao trabalhar no sol, utilizar equipamentos de proteção, como camisa de manga comprida, calças, óculos, sapatos fechados e chapéu de abas largas.
  • Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16 horas (horário de verão).
  • Utilizar guarda-sóis e barracas de tecido de algodão ou lona (evite sempre o material de nylon);
  • Usar filtros solares diariamente, e reaplicá-lo a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre;
  • Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.

A dermatologista Analupe Webber indica que o protetor solar ideal é aquele acima do fator 30. Pessoas de pele muito clara, recomenda-se utilizar fatores 50 e 60.

É importante passar protetor solar todos os dias, principalmente no rosto, e mesmo estando em casa. Além de evitar o envelhecimento precoce da pele, também a protege de todas as irradiações de luzes.

Dicas de campanhas para as organizações no dezembro vermelho e laranja

Depois de entender o que é o dezembro vermelho e laranja e tudo a respeito das patologias dessas campanhas de prevenção, chegou o momento de saber como incentivar seus colaboradores e aplicar iniciativas inovadoras de endomarketing.

Preparação de kits temáticos

A campanha do dezembro laranja e vermelho possui diversas formas de prevenção bem práticas. Por isso, é válido preparar um kit temático sobre sintomas, prevenção e tratamento. Ele pode incluir panfletos, cartilhas ou informativos sobre as doenças e a importância de manter a saúde em dia.

Além disso, é possível incluir também protetor solar, principalmente pela ação acontecer no verão. Ainda, pode-se desenvolver acessórios personalizados da organização, como boné e guarda-sol para proteção do câncer de pele.

Já para a campanha sobre a AIDS, colocar preservativos, tanto masculinos quanto femininos no kit ajudará a conscientizar também seus colaboradores.

Realize campanhas nas redes sociais
É comum que as pessoas utilizem as redes sociais diariamente, inclusive acessando-as mais de 10x por dia. Sendo assim, realizar uma campanha de prevenção nesses canais será bem eficiente.

Para as organizações isso é mais interessante ainda, já que fortalecerá seu posicionamento no mercado. Há diversas formas de seguir com essa estratégia, sendo algumas delas:

Fazer lives com um especialista para tirar dúvidas dos seguidores da instituição;
Divulgar o que está sendo feito internamente;
Compartilhar dados e informações importantes sobre as patologias e como se prevenir;
entre outros.
O site da organização também não deve ser ignorado quando o assunto é marketing digital. Elaborar uma aba com compartilhamento de dados oficiais, desenvolver matérias sobre o tema no blog, e aplicar banner e as cores da campanha na home também são boas ações.

Promova palestras e rodas de conversa com especialistas
Escutar um dermatologista falando sobre o câncer de pele, ou ouvir o relato de uma pessoa soropositiva, são excelentes formas de conscientizar os colaboradores.

Essa estratégia consegue ser efetiva tanto presencialmente como de modo online. A gestão pode separar um horário ou dia na organização dedicado à tratar sobre os assuntos, convidando um ou mais especialistas para tirar dúvidas e dar dicas, formas de prevenção e explicações sobre as doenças.

Apoie instituições envolvidas com a causa
Para implementar uma ação de endomarketing mais humanizada, a gestão também pode fazer uma arrecadação organizaçãorial, gamificação para doação, e até mesmo um dia de voluntariado para ONGs que trabalham com as causas.

Um exemplo para a campanha sobre a Aids é a organização Gestos, que desde 1993 auxilia pessoas com HIV/Aids através de diversos projetos. Recentemente, ela foi condecorada como uma das melhores ONGs nacionais por seu trabalho.

Já para a campanha do dezembro laranja, uma ONG que atua fortemente na causa é o Instituto Melanoma. Ele foi fundado em 2014 e é dedicado exclusivamente aos pacientes com câncer melanoma (o mais grave dos tipos).

Incentive os colaboradores a fazerem check-ups periódicos
Incentivar o check-up periódico é essencial para promover a saúde dos colaboradores na prática.

No caso do dezembro vermelho, a gestão pode reforçar que não se deve perpetuar o preconceito sobre o assunto, e, ,recomendar a testagem rápida para ser feita periodicamente ou sempre que houver uma situação de risco.

Já para o câncer de pele, o profissional de Recursos Humanos, através das outras ações de endomarketing já aplicadas, deve indicar o quão importante é realizar uma consulta médica sempre que houver a identificação de anomalias na pele.

Por fim, é válido ressaltar que investir em benefícios, como plano de saúde, atendimento psicológico e parcerias com clínicas, contribui também para que a organização zele pelo bem-estar e qualidade de vida dos profissionais.

Inclusive, a saúde emocional não deve ser esquecida nessa questão.

Muitas vezes, o colaborador pode apresentar dificuldades de ter um autocuidado por conta de autoestima baixa ou algum trauma. Portanto, essa também deve ser uma preocupação da gestão, e, se possível, interligada à cultura da organização.

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