01 a 08 – Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Data instituída pela Lei nº 13.798/2019
04 – Dia Mundial do Câncer
05 – Dia Nacional da Mamografia. Data instituída pela Lei nº 11.695/2008
2ª segunda-feira do mês – Dia Internacional da Epilepsia
15 – Dia Internacional do Câncer na Infância
18 – Dia Internacional da Síndrome de Asperger
18 – Dia Nacional da Criança Traqueostomizada. Data instituída pela Lei nº 14.249/2021
20 – Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo
22 – Dia Auxiliar de Serviços Gerais
Último dia do mês – Dia Mundial das Doenças Raras e Dia Nacional de Doenças Raras. Data instituída pela Lei nº 13.693/2018
Os temas relacionados à saúde estão cada vez mais presentes nas organizações, chamando a atenção para os cuidados com o corpo e a mente das pessoas. O Fevereiro Roxo, assim como o Janeiro Branco, trazem alertas voltados para a saúde. Em janeiro com a saúde mental, e fevereiro com a conscientização sobre três doenças: Lúpus, Alzheimer e a Fibromialgia.
Além disso, é celebrada também a campanha Fevereiro Laranja, que conscientiza sobre a leucemia e a doação de medula óssea.
Essas campanhas são de suma importância para entendermos quais os sintomas, as causas e os possíveis tratamentos de cada uma dessas doenças. Se a pessoa colaboradora sofre de alguma destas enfermidades, ela o afeta em todas as áreas da sua vida profissional, pessoal e mental.
Primeiramente, o que é Fevereiro Roxo? É um mês dedicado à campanha de conscientização e tratamento de doenças crônicas, tais como o Lúpus, a Fibromialgia e o Alzheimer. Além disso, é muito importante conhecer os sintomas e como trazer mais qualidade de vida às pessoas que sofrem com alguns desses males.
A campanha teve início em 2014 em Uberlândia, Minas Gerais. A iniciativa é promovida por ONGs, prefeituras, governos estaduais e municipais, levando informação e conhecimento através de palestras e conscientização sobre o tema.
Em conjunto com a campanha Fevereiro Roxo, criou-se também a do Fevereiro Laranja, que conscientiza sobre a leucemia e a doação de medula óssea. Infelizmente, essa é uma doença séria que aparece em nona posição como um dos cânceres que mais afetam a população brasileira.
Com o diagnóstico precoce, as chances de cura são maiores e a expectativa de sobrevivência dos pacientes são melhores. A campanha Fevereiro Laranja foi criada em 2019 pela Assembleia Legislativa de São Paulo de modo a tornar o assunto público e as pessoas mais conscientes.
Ao levar esse tema para discussão interna nas organizações, a conscientização promove o incentivo para que as pessoas doem medula óssea, o que possibilita que muitas vidas sejam salvas!
As duas campanhas (Fevereiro Roxo e Laranja) chamam a atenção para parte da população que sofre com alguma dessas doenças. O Lúpus, a Fibromialgia e o Alzheimer são doenças crônicas que, infelizmente, não possuem cura, apenas tratamento e mudanças de hábitos que promovem mais conforto aos pacientes.
A leucemia também possui tratamento, apesar de causar sofrimento nas pessoas acometidas pela doença. Por isso, a população precisa entender mais sobre esses assuntos e saber como se prevenir. A seguir, vamos saber mais sobre cada uma delas.
O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma doença de condição autoimune e crônica. O sistema imunológico do paciente enxerga as células do corpo como sendo invasoras, causando inflamação e dor intensa nas articulações, na pele, nos rins e no cérebro.
Com a enfermidade, a qualidade de vida da pessoa fica comprometida e ela sente dificuldade em realizar as atividades rotineiras..
O Lúpus acomete mais as mulheres entre 14 e 45 anos, mas há homens que também sofrem com o aparecimento da doença. Seus principais sintomas são:
Aos primeiros sinais ou percepção de sintomas persistentes, é muito importante procurar um médico reumatologista. Assim, o diagnóstico será feito, determinando se é o Lúpus Eritematoso Sistêmico ou de outros tipos, tais como:
O Lúpus ficou mais conhecido depois que as artistas Lady Gaga e Selena Gomez revelaram sofrer com a doença. Selena chegou a precisar de transplante de rins, enquanto Lady Gaga gravou um documentário onde conta toda a sua luta contra a doença.
Tratamento
O tratamento depende de cada paciente e do tipo de Lúpus identificado. O médico irá avaliar os exames, a condição física e os períodos de crise da doença para então receitar os medicamentos que vão aliviar os sintomas e dar mais qualidade de vida ao paciente.
Geralmente, os medicamentos utilizados são para aliviar dores, inchaço e inflamações em várias partes do corpo. Por isso, é importante que o paciente não se automedique, o que piora o diagnóstico e tratamento da doença.
A doença de Alzheimer é considerada neurodegenerativa, ou seja, afeta o sistema nervoso central, causando a morte das células na região cerebral ao longo do tempo. O psiquiatra alemão Alois Alzheimer foi o primeiro a descrever a doença em 1906, marcando o nome da doença.
Apesar de aparecer mais em pessoas idosas, a doença surge também de forma precoce em pessoas na fase adulta e tende a evoluir, principalmente, em quem já tem algum caso na família. Conheceremos os principais sintomas do Alzheimer a seguir:
Tratamento
O diagnóstico e tratamento são feitos pelo médico neurologista que solicita exames computadorizados de imagem para analisar os distúrbios da memória. Se for confirmado o quadro de Alzheimer no paciente, o médico deverá prescrever medicamentos que retardem o avanço da doença.
Trata-se de uma doença que apresenta dor em várias partes do corpo, em especial nos músculos. Ainda não se sabe os motivos para que a doença se manifeste, mas especialistas afirmam que ela ocorre devido a um distúrbio em sentir dor, ou seja, os pacientes sentem mais dor do que o normal.
A fibromialgia acomete mais as mulheres entre 30 e 60 anos, mas há casos em homens também, bem como em crianças e adolescentes, apesar de serem menos comuns.
Os sintomas da fibromialgia são:
Tratamento
O médico que diagnostica a fibromialgia é o reumatologista, que irá avaliar com cuidado os sintomas e queixas do paciente para então realizar um diagnóstico preciso. Geralmente, o tratamento inclui o estímulo a exercícios físicos, psicoterapias e uso de medicamentos que aliviam as dores (anti-inflamatórios, analgésicos e até antidepressivos, se for o caso).
A leucemia é um câncer que acomete os leucócitos (células brancas do sangue), na parte interna da medula óssea. Quando as células anormais se acumulam nessa região, acaba atrapalhando as novas células de defesa do organismo (células vermelhas, brancas e plaquetas) a se reproduzirem normalmente.
Sintomas
Tratamento
O tratamento da leucemia é diagnosticado primeiramente pelo médico hematologista, por exames de sangue bem específicos. Dependendo do tipo de leucemia, o tratamento inclui quimioterapia e radioterapia.
Lembrando que todos os sintomas que relacionamos aqui não substituem a avaliação de um médico, eles servem para dar um norte para as pessoas e levá-las a procurar uma consulta com especialista.
Nas organizações, as pessoas passam mais tempo do que em casa, por isso os gestores precisam observar se há queixas frequentes de colaboradores com dores crônicas. Geralmente, ao chegarem para trabalhar (ou se conectarem ao expediente, via home office), alguns deles reclamam de:
Essas observações não são diagnósticas, mas servem para alertar e gerar interesse nos gestores sobre a saúde física e mental dos colaboradores. Se alguns deles não estiverem bem, automaticamente o rendimento do trabalho cai e a organização sente a baixa de resultados ruins.
E o mais importante: estamos lidando com pessoas que possuem sentimentos, sonhos, anseios, angústias, históricos médicos próprios e opiniões que precisam ser ouvidas nas organizações.
As campanhas que trazem uma causa, uma cor e um mês para conscientização, como o Fevereiro Roxo, têm tido resultados positivos nas organizações e na sociedade. Isso porque é uma forma de alertar, falar abertamente sobre um assunto que, muitas vezes, por falta de conhecimento, causa sofrimento em muitas pessoas.
Portanto, levar essas temáticas para dentro das organizações significa dar a oportunidade para os colaboradores ajudarem um parente que sofre de alguns destes problemas de saúde. Até mesmo se alguns deles já possuírem um diagnóstico assim, saberem o que fazer para ter mais qualidade de vida, bem-estar e produtividade.
A seguir, vejamos como o RH consegue promover com eficiência essas campanhas:
Palestras
É possível convidar especialistas na área para dar palestras sobre o lúpus, a fibromialgia, a doença de Alzheimer e a leucemia. A ideia é tirar as dúvidas dos colaboradores, distribuir panfletos e trazer informações de relevância a eles. Os especialistas serão capazes de falar com propriedade sobre o Fevereiro Roxo.
Incentivos de exame
Após a conscientização ter sido feita, é importante promover a prevenção e diagnóstico precoce destas doenças, de modo a melhorar e aumentar as chances de tratamento e bem-estar das pessoas.
Por isso, algumas atitudes devem ser estimuladas:
Banners e folhetos pela organização
A distribuição de banners e folhetos pela organização são formas de reforçar a importância da campanha Fevereiro Roxo e Laranja. Muitas doenças ainda geram dúvidas, incertezas e receios por parte da população. Assim, muitas pessoas ignoram os sintomas por medo.
Mas, quando se fala abertamente sobre o assunto e a informação certa é colocada em pauta, os resultados são melhores e muitas pessoas poderão ser diagnosticadas e tratadas precocemente.
Médicos na organização
Nada melhor do que ouvir um especialista falando no assunto, certo? Então não deixe de chamá-los e deixar que os colaboradores perguntem, argumentem e tragam as suas dúvidas para jogo.
Quais especialistas chamar?
Utilizar ações de endomarketing
O endomarketing é uma iniciativa realizada pela própria organização para engajar e melhorar o relacionamento de colaboradores e líderes nas organizações. Com isso, os colaboradores se sentirão mais seguros, confiantes e motivados, sabendo que a organização se preocupa com temas tão importantes que afetam diretamente o trabalho deles.
Quais as melhores ações de endomarketing para aplicar na organização?
Nada mais justo do que representar as campanhas Fevereiro Roxo e Laranja usando as mesmas cores, não é mesmo? Optar por decorações temáticas é sempre uma boa ideia para reforçar a mensagem:
Desenvolvido por: etal Comunica.
04 – Dia da Abreugrafia. Data instituída pelo Decreto nº 42.984/1958
20 – Dia Nacional do Farmacêutico. Data instituída pela Lei nº 12.338/2010
20 – Dia Nacional da Parteira Tradicional. Data instituída pela Lei nº 13.100/2015
Último domingo do mês – Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Data instituída pela Lei nº 12.135/2009 e Dia Mundial Contra a Hanseníase
30 – Dia da Não Violência
Preservar a saúde mental no trabalho é um tema que precisa ser compreendido de maneira profunda por gestores e colaboradores. Passamos muito tempo envolvidos no trabalho e, os conflitos e desgastes gerados nesse ambiente, quando não observados adequadamente, acabam afetando nosso aspecto psicológico. Justamente para cuidar dessa questão é que foi criada a campanha Janeiro Branco.
Basicamente, o Janeiro Branco é uma forma de dar atenção à saúde psicológica dos colaboradores, gestores e lideranças dentro da organização. Após a pandemia, esses problemas ficaram ainda mais evidentes, sendo necessário lidar com as dificuldades psicológicas dos colaboradores na prática.
Essa iniciativa foi criada pelo psicólogo mineiro Leandro Abrahão, em conjunto com um grupo de psicólogos de Uberlândia (MG), em 2014. Nesse sentido, o Janeiro Branco tem como principais objetivos:
Chamar a atenção para o tema de saúde mental individual e coletiva dos indivíduos;
Mas, por que a campanha é celebrada no mês de janeiro? Justamente porque é no começo do ano que as pessoas estão mais engajadas em mudar comportamentos, traçar metas e refletir sobre o que passaram na vida.
Portanto, a intenção é cuidar da parte psicológica em janeiro para estar bem todos os outros meses do ano.
Assim como o Outubro Rosa e o Novembro Azul estimulam os cuidados com a saúde do homem e da mulher, o Janeiro Branco chama a atenção para a saúde mental. Mas, por quê ainda existe tanto preconceito em reconhecer e procurar ajuda psicológica?
Por muito tempo, as dores emocionais eram vistas pela sociedade como algo irrelevante. De certa maneira, a crença de que não saber lidar com emoções conflituosas pode ser “frescura” ou sinal de fraqueza, ainda existe no imaginário de muita gente.
Porém, nos últimos tempos, a discussão sobre a temática tem ganhado muita relevância, especialmente com o auxílio da internet. Assim, grande parte das pessoas passaram a de fato procurar ajuda e esse preconceito está diminuindo.
Dessa forma, as pessoas passaram a entender que as emoções positivas e negativas caminham conosco no dia a dia. Portanto, identificar a emoção e o pensamento que levam uma pessoa a se sentir ansiosa, depressiva, ou estressada no trabalho, é um passo importante em direção à cura.
A rotina de trabalho exaustiva e a falta de orientação e preparo dos gestores, acabam reforçando essas questões psicológicas dentro das organizações.
Portanto, ter gestores preparados para compartilharem conhecimento sobre o tema e serem empáticos sobre a situação mental dos colaboradores é um passo importante em direção ao sucesso.
Desde 2020, quando o coronavírus impactou a vida dos brasileiros, várias consequências surgiram na parte física, psicológica e econômica das pessoas. A necessidade de se isolar e proteger o tempo inteiro gerou uma carga emocional negativa nas pessoas.
Com a economia instável e o sistema de saúde entrando em colapso, os problemas psicológicos ficaram em evidência. As incertezas com relação ao futuro, o medo de se contaminar e infectar alguém da família tornaram-se problemas psicológicos recorrentes.
Alguns dos pensamentos e sentimentos que rondam a cabeça das pessoas nesses tempos difíceis são:
Em uma pesquisa divulgada pelo Laboratório Pfizer e da Agência Brasil, alguns dados importantes acerca da situação mental das pessoas na pandemia foram expostos:
A pesquisa foi feita pela IPEC — Inteligência em Pesquisa e Consultoria em São Paulo Capital, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ), totalizando 2 mil pessoas ouvidas.
Como estamos falando sobre a pandemia e a realidade das organizações, é necessário citar alguns sintomas que acusam o sofrimento mental de um colaborador.
O dia a dia das organizações pode ser cansativo, cheio de conflitos e questões para se resolver, onde as pessoas passam de seis a oito horas trabalhando juntas. Assim, a falta de preparo para lidar com o estresse no trabalho e os problemas psicológicos acabam ficando evidentes.
Nesse momento, o gestor ou líder da equipe de RH deve observar o comportamento dos colaboradores e identificar os problemas, tais como:
A seguir, vamos discutir sobre como o assunto pode ser tratado nas organizações, não só durante o Janeiro Branco, mas também durante todo o ano.
Porque os colaboradores precisam enxergar a organização como uma parceira da sua saúde mental. As organizações precisam agir como uma base forte com a qual os trabalhadores podem contar sem se sentirem desprezados ou isolados caso tenham algum desconforto psicológico.
Não basta apenas falar e promover o tema na organização, é preciso também instituir políticas e práticas que reforcem a importância do assunto. A longo prazo, os resultados positivos começam a aparecer. Algumas mudanças podem acontecer, como:
De acordo com uma outra pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz e divulgada pela Agência Brasil, a pandemia do coronavírus contribuiu para o aumento dos casos de ansiedade e depressão. Os dados mais relevantes do estudo mostraram o impacto direto nas organizações:
Ou seja: as questões de saúde mental já eram uma realidade preocupante e acentuaram-se ainda mais com a pandemia. Diante desses fatos, podemos ter uma ideia de como o bem-estar psicológico precisa ser levado a sério e tratado de maneira adequada no ambiente de trabalho.
Agora que sabemos da importância da campanha do Janeiro Branco nas organizações, é hora de falarmos sobre as medidas para que elas funcionem na prática. Os colaboradores precisam de ajuda psicológica, assim como os gestores de RH — a saúde mental é para todos!
Após analisar a necessidade e a realidade da organização com relação ao tema saúde mental, é hora de compilar tudo isso em um programa. A ideia é criar uma rede de apoio psicológico para enfrentar as situações de estresse e pressão no trabalho.
A realização de eventos abertos para a participação tanto dos colaboradores como de seus familiares, fazem toda a diferença na interação e conexão entre as pessoas.
Pode-se aproveitar o dia dos pais, das mães, das crianças e do próprio Janeiro Branco para melhorar a comunicação, empatia e o bem-estar no trabalho. Isso abre portas para que o colaborador peça ajuda quando não se sentir bem mentalmente.
Imagine um ambiente onde todos têm a liberdade de procurar ajuda, chamar um profissional específico para conversar e assim manter a saúde mental em dia? As boas práticas que citamos aqui podem ser adaptadas à realidade do seu RH.
Em grandes organizações, a presença de psicólogos já é algo comum. Mas, em organizações menores essa realidade é diferente. Fazer parcerias com psicólogos ou mesmo oferecer sessões de psicoterapias com desconto aos colaboradores, são ótimas iniciativas para promover a saúde mental.
Os gestores devem primeiramente ouvir os seus colaboradores e saber qual é o tipo de interação que eles gostariam de ter na organização. Para muitos, um happy hour na sexta-feira depois do trabalho é uma boa ideia.
Já outros preferem um café da tarde elaborado no meio da semana, ter espaço para relaxar e sair um pouco da rotina. Nesse sentido, quem trabalha no setor de vendas tem a oportunidade de conversar espontaneamente com alguém do atendimento ou do próprio RH.
O ambiente contribui para o aumento ou diminuição da produtividade. No caso da campanha Janeiro Branco, é possível criar uma decoração temática no local propício para chamar a atenção positiva da equipe. Aqui vão algumas sugestões:
Desenvolvido por: etal Comunica.
Desenvolvido por: etal Comunica.
Autor: Emanuelle Macêdo
Autor: Emanuelle Macêdo
Autor: Emanuelle Macêdo
Data: 29/11/2022
Autor: Emanuelle Macêdo
Enfermeira, Especialista em Estomaterapia, Nefrologia, Auditoria e Ginecologia/Obstetrícia. Possui experiência em assistência de enfermagem, atuando em clinica médica, urgência e emergência, com conhecimentos de PHTLS e sala de parto. Vivencia em gestão pública e privada e coordenação de enfermagem. Atua também em Consultório e realiza atendimentos domiciliares na área da estomaterapia. Ministra aulas/treinamentos na área da saúde.
Desenvolvido por: etal Comunica.
Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 09 e 10/11/2022
Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico
Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 16 e 17/11/2022
Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico
Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 23 e 25/11/2022
Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar
Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 30/11 e 01/12/2022
Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico
Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 7 e 8/12/2022
Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar
Autor: Ana Paula A Alencar
Data: 14 e 15/12/2022
Enfermeira, Doutoranda em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Qualidade e Segurança do Paciente
Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 18 e 19/01/2023
Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico
Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 11 e 12/01/2023
Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar
Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 25 e 26/01/2023
Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico
Autor: Ana Paula A Alencar
Data: 01 e 02/02/2023
Enfermeira, Doutoranda em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Qualidade e Segurança do Paciente
Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 8/02/2023
Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar
Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 15/02/2023
Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico
Autor: Ana Paula A Alencar
Data: 01 e 02/02/2023
Enfermeira, Doutoranda em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Qualidade e Segurança do Paciente
Desenvolvido por: etal Comunica.
Autor: Yara Rocha Colares
Data: 25/10/2022
Desenvolvido por: etal Comunica.
Autor: José Carlito de Oliveira Junior
Data: 10/10/2022
Há mais de 20 anos ensinando pessoas, formado em Administração de Empresas, Propaganda e Publicidade, Cursando Enfermagem, Pós-Graduado em Gestão de Negócios, Gestor de Qualidade em Saúde Certificado pela ANVISA/ENAP em Segurança do paciente e Qualidade em serviços de saúde, atuou como gestor de empresas de diversos seguimentos, além de experiência na gestão Pública e Privada.
Desenvolvido por: etal Comunica.