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Gestão de Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade

Fevereiro

Fevereiro

Calendário da Saúde

01 a 08 – Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Data instituída pela Lei nº 13.798/2019

04 – Dia Mundial do Câncer

05 – Dia Nacional da Mamografia. Data instituída pela Lei nº 11.695/2008

2ª segunda-feira do mês – Dia Internacional da Epilepsia

15 – Dia Internacional do Câncer na Infância

18 – Dia Internacional da Síndrome de Asperger

18 – Dia Nacional da Criança Traqueostomizada. Data instituída pela Lei nº 14.249/2021

20 – Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo

22 – Dia Auxiliar de Serviços Gerais

Último dia do mês – Dia Mundial das Doenças Raras e Dia Nacional de Doenças Raras. Data instituída pela Lei nº 13.693/2018

Campanha do Mês

Fevereiro Roxo: entenda a importância dessa campanha!

Os temas relacionados à saúde estão cada vez mais presentes nas organizações, chamando a atenção para os cuidados com o corpo e a mente das pessoas. O Fevereiro Roxo, assim como o Janeiro Branco, trazem alertas voltados para a saúde. Em janeiro com a saúde mental, e fevereiro com a conscientização sobre três doenças: Lúpus, Alzheimer e a Fibromialgia.

Além disso, é celebrada também a campanha Fevereiro Laranja, que conscientiza sobre a leucemia e a doação de medula óssea.

Essas campanhas são de suma importância para entendermos quais os sintomas, as causas e os possíveis tratamentos de cada uma dessas doenças. Se a pessoa colaboradora sofre de alguma destas enfermidades, ela o afeta em todas as áreas da sua vida profissional, pessoal e mental.

Como surgiu o Fevereiro Roxo?

Primeiramente, o que é Fevereiro Roxo? É um mês dedicado à campanha de conscientização e tratamento de doenças crônicas, tais como o Lúpus, a Fibromialgia e o Alzheimer. Além disso, é muito importante conhecer os sintomas e como trazer mais qualidade de vida às pessoas que sofrem com alguns desses males.

A campanha teve início em 2014 em Uberlândia, Minas Gerais. A iniciativa é promovida por ONGs, prefeituras, governos estaduais e municipais, levando informação e conhecimento através de palestras e conscientização sobre o tema.

Fevereiro Laranja, o que é

Em conjunto com a campanha Fevereiro Roxo, criou-se também a do Fevereiro Laranja, que conscientiza sobre a leucemia e a doação de medula óssea. Infelizmente, essa é uma doença séria que aparece em nona posição como um dos cânceres que mais afetam a população brasileira.

Com o diagnóstico precoce, as chances de cura são maiores e a expectativa de sobrevivência dos pacientes são melhores. A campanha Fevereiro Laranja foi criada em 2019 pela Assembleia Legislativa de São Paulo de modo a tornar o assunto público e as pessoas mais conscientes.

Ao levar esse tema para discussão interna nas organizações, a conscientização promove o incentivo para que as pessoas doem medula óssea, o que possibilita que muitas vidas sejam salvas!

Fibromialgia - Um diálogo com quem convive com ela

Por que a data é importante?

As duas campanhas (Fevereiro Roxo e Laranja) chamam a atenção para parte da população que sofre com alguma dessas doenças. O Lúpus, a Fibromialgia e o Alzheimer são doenças crônicas que, infelizmente, não possuem cura, apenas tratamento e mudanças de hábitos que promovem mais conforto aos pacientes.

A leucemia também possui tratamento, apesar de causar sofrimento nas pessoas acometidas pela doença. Por isso, a população precisa entender mais sobre esses assuntos e saber como se prevenir. A seguir, vamos saber mais sobre cada uma delas.

Lúpus

O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma doença de condição autoimune e crônica. O sistema imunológico do paciente enxerga as células do corpo como sendo invasoras, causando inflamação e dor intensa nas articulações, na pele, nos rins e no cérebro.

Com a enfermidade, a qualidade de vida da pessoa fica comprometida e ela sente dificuldade em realizar as atividades rotineiras..

O Lúpus acomete mais as mulheres entre 14 e 45 anos, mas há homens que também sofrem com o aparecimento da doença. Seus principais sintomas são:

  • Febre;
  • Manchas vermelhas sobre o nariz e bochechas;
  • Erupções na pele que se tornam sensíveis à luz solar;
  • Cansaço;
  • Inchaço e rigidez nos músculos;
  • Dificuldade para respirar;
  • Dor de cabeça;
  • Queda de cabelo persistente;
  • Feridas na região da boca;
  • Mal-estar;
  • Confusão mental;
  • Desconforto geral;
  • Ansiedade.

Aos primeiros sinais ou percepção de sintomas persistentes, é muito importante procurar um médico reumatologista. Assim, o diagnóstico será feito, determinando se é o Lúpus Eritematoso Sistêmico ou de outros tipos, tais como:

  • Discóide: apresenta-se como lesões na pele que pioram com a luz solar.
  • Causado por medicamentos: acomete mais os homens que tenham usado certos medicamentos a longo prazo, tais como, hidralazina, isoniazida e procainamida. A diferença para os demais tipos de Lúpus é que este desaparece com a suspensão dos medicamentos.
  • Neonatal: acomete bebês cujas mães foram diagnosticadas com Lúpus. Costuma ser bastante raro.

O Lúpus ficou mais conhecido depois que as artistas Lady Gaga e Selena Gomez revelaram sofrer com a doença. Selena chegou a precisar de transplante de rins, enquanto Lady Gaga gravou um documentário onde conta toda a sua luta contra a doença.

Tratamento
O tratamento depende de cada paciente e do tipo de Lúpus identificado. O médico irá avaliar os exames, a condição física e os períodos de crise da doença para então receitar os medicamentos que vão aliviar os sintomas e dar mais qualidade de vida ao paciente.

Geralmente, os medicamentos utilizados são para aliviar dores, inchaço e inflamações em várias partes do corpo. Por isso, é importante que o paciente não se automedique, o que piora o diagnóstico e tratamento da doença.

Alzheimer

A doença de Alzheimer é considerada neurodegenerativa, ou seja, afeta o sistema nervoso central, causando a morte das células na região cerebral ao longo do tempo. O psiquiatra alemão Alois Alzheimer foi o primeiro a descrever a doença em 1906, marcando o nome da doença.

Apesar de aparecer mais em pessoas idosas, a doença surge também de forma precoce em pessoas na fase adulta e tende a evoluir, principalmente, em quem já tem algum caso na família. Conheceremos os principais sintomas do Alzheimer a seguir:

  • Perda de memória, principalmente acontecimentos recentes;
  • Fala confusa e incoerente;
  • Geralmente, o paciente se lembra de acontecimentos passados com nitidez;
  • Dificuldade em aprender coisas novas, conviver socialmente;
  • Problemas de concentração em atividades rotineiras e para fazer cálculos básicos;
  • Dificuldade de realizar atividades domésticas.

Tratamento
O diagnóstico e tratamento são feitos pelo médico neurologista que solicita exames computadorizados de imagem para analisar os distúrbios da memória. Se for confirmado o quadro de Alzheimer no paciente, o médico deverá prescrever medicamentos que retardem o avanço da doença.

Fibromialgia

Trata-se de uma doença que apresenta dor em várias partes do corpo, em especial nos músculos. Ainda não se sabe os motivos para que a doença se manifeste, mas especialistas afirmam que ela ocorre devido a um distúrbio em sentir dor, ou seja, os pacientes sentem mais dor do que o normal.

A fibromialgia acomete mais as mulheres entre 30 e 60 anos, mas há casos em homens também, bem como em crianças e adolescentes, apesar de serem menos comuns.

Os sintomas da fibromialgia são:

  • Dores intensas e persistentes por mais de três meses, em várias partes do corpo;
  • Pontos dolorosos nos músculos;
  • Fadiga e cansaço;
  • Sono insuficiente, ou seja, a pessoa já acorda cansada no dia seguinte;
  • Ansiedade ou depressão;
  • Distúrbios intestinais;
  • Memória fraca e falta de concentração nas atividades do dia a dia;
  • Sensação de formigamento nos pés e nas mãos;

Tratamento
O médico que diagnostica a fibromialgia é o reumatologista, que irá avaliar com cuidado os sintomas e queixas do paciente para então realizar um diagnóstico preciso. Geralmente, o tratamento inclui o estímulo a exercícios físicos, psicoterapias e uso de medicamentos que aliviam as dores (anti-inflamatórios, analgésicos e até antidepressivos, se for o caso).

Leucemia

A leucemia é um câncer que acomete os leucócitos (células brancas do sangue), na parte interna da medula óssea. Quando as células anormais se acumulam nessa região, acaba atrapalhando as novas células de defesa do organismo (células vermelhas, brancas e plaquetas) a se reproduzirem normalmente.

Sintomas

  • Dores constantes nas juntas e ossos;
  • Infecções recorrentes pelo corpo;
  • Falta de apetite e emagrecimento sem explicação;
  • Febre;
  • Fraqueza, fadiga e cansaço;
  • Sangramentos nasais;
  • Hematomas e pontos vermelhos na pele;
  • Anemia severa;
  • Suores noturnos intensos;
  • Gânglios linfáticos inchados.

Tratamento
O tratamento da leucemia é diagnosticado primeiramente pelo médico hematologista, por exames de sangue bem específicos. Dependendo do tipo de leucemia, o tratamento inclui quimioterapia e radioterapia.

Lembrando que todos os sintomas que relacionamos aqui não substituem a avaliação de um médico, eles servem para dar um norte para as pessoas e levá-las a procurar uma consulta com especialista.

Nas organizações, as pessoas passam mais tempo do que em casa, por isso os gestores precisam observar se há queixas frequentes de colaboradores com dores crônicas. Geralmente, ao chegarem para trabalhar (ou se conectarem ao expediente, via home office), alguns deles reclamam de:

  • Cansaço mesmo tendo dormido oito horas normais;
  • Mau-humor sem explicação;
  • Alterações nos hábitos alimentares;
  • Muitas dores nos músculos, principalmente de ficarem na mesma posição (sentado ou em pé, dependendo da função exercida).

Essas observações não são diagnósticas, mas servem para alertar e gerar interesse nos gestores sobre a saúde física e mental dos colaboradores. Se alguns deles não estiverem bem, automaticamente o rendimento do trabalho cai e a organização sente a baixa de resultados ruins.

E o mais importante: estamos lidando com pessoas que possuem sentimentos, sonhos, anseios, angústias, históricos médicos próprios e opiniões que precisam ser ouvidas nas organizações.

Como engajar os funcionários no Fevereiro Roxo?

As campanhas que trazem uma causa, uma cor e um mês para conscientização, como o Fevereiro Roxo, têm tido resultados positivos nas organizações e na sociedade. Isso porque é uma forma de alertar, falar abertamente sobre um assunto que, muitas vezes, por falta de conhecimento, causa sofrimento em muitas pessoas.

Portanto, levar essas temáticas para dentro das organizações significa dar a oportunidade para os colaboradores ajudarem um parente que sofre de alguns destes problemas de saúde. Até mesmo se alguns deles já possuírem um diagnóstico assim, saberem o que fazer para ter mais qualidade de vida, bem-estar e produtividade.

A seguir, vejamos como o RH consegue promover com eficiência essas campanhas:

Palestras
É possível convidar especialistas na área para dar palestras sobre o lúpus, a fibromialgia, a doença de Alzheimer e a leucemia. A ideia é tirar as dúvidas dos colaboradores, distribuir panfletos e trazer informações de relevância a eles. Os especialistas serão capazes de falar com propriedade sobre o Fevereiro Roxo.

Incentivos de exame
Após a conscientização ter sido feita, é importante promover a prevenção e diagnóstico precoce destas doenças, de modo a melhorar e aumentar as chances de tratamento e bem-estar das pessoas.

Por isso, algumas atitudes devem ser estimuladas:

  • Realização de exames de sangue completos;
  • Incentivo a analisar o próprio corpo de modo a encontrar manchas, erupções ou anormalidades;
  • Observação dos hábitos alimentares, se há perda de apetite, emagrecimento repentino, ou intestino desregulado;
  • Estimular a procurar um médico de confiança e eliminar o pânico, medo e receio de procurar esses profissionais, pois eles estão ali para ajudar.

Banners e folhetos pela organização
A distribuição de banners e folhetos pela organização são formas de reforçar a importância da campanha Fevereiro Roxo e Laranja. Muitas doenças ainda geram dúvidas, incertezas e receios por parte da população. Assim, muitas pessoas ignoram os sintomas por medo.

Mas, quando se fala abertamente sobre o assunto e a informação certa é colocada em pauta, os resultados são melhores e muitas pessoas poderão ser diagnosticadas e tratadas precocemente.

Médicos na organização
Nada melhor do que ouvir um especialista falando no assunto, certo? Então não deixe de chamá-los e deixar que os colaboradores perguntem, argumentem e tragam as suas dúvidas para jogo.

Quais especialistas chamar?

  • Reumatologistas;
  • Fisioterapeutas;
  • Psicólogos, Psiquiatras;
  • Terapeutas Ocupacionais;
  • Clínicos Gerais;

Utilizar ações de endomarketing
O endomarketing é uma iniciativa realizada pela própria organização para engajar e melhorar o relacionamento de colaboradores e líderes nas organizações. Com isso, os colaboradores se sentirão mais seguros, confiantes e motivados, sabendo que a organização se preocupa com temas tão importantes que afetam diretamente o trabalho deles.

Quais as melhores ações de endomarketing para aplicar na organização?

  • Oferecer planos de saúde aos colaboradores;
  • Estimular a meditação, ioga e alongamento antes e depois do expediente;
  • Momentos de descontração e “despressurização” do estresse;
  • Oferecer sessões de psicoterapia e orientação para os colaboradores;
  • Promover a confiança entre líderes e liderados.

Uso da cor roxa e laranja

 

Nada mais justo do que representar as campanhas Fevereiro Roxo e Laranja usando as mesmas cores, não é mesmo? Optar por decorações temáticas é sempre uma boa ideia para reforçar a mensagem:

  • Decorar mesas e cadeiras com o símbolo laranja e roxo da campanha;
  • Oferecer lenços e broches com as mesmas cores;
  • Balões pela organização;
  • Bloquinhos e canetas como brindes;
  • Cartazes e panfletos sempre visíveis aos colaboradores;
  • O que mais a criatividade mandar!

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Janeiro

Janeiro

Calendário da Saúde

02 – Dia do Sanitarista

04 – Dia da Abreugrafia. Data instituída pelo Decreto nº 42.984/1958

20 – Dia Nacional do Farmacêutico. Data instituída pela Lei nº 12.338/2010

20 – Dia Nacional da Parteira Tradicional. Data instituída pela Lei nº 13.100/2015

Último domingo do mês – Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Data instituída pela Lei nº 12.135/2009 e Dia Mundial Contra a Hanseníase

30 – Dia da Não Violência

Campanha do Mês

Janeiro Branco: entenda o motivo da campanha de conscientização

Preservar a saúde mental no trabalho é um tema que precisa ser compreendido de maneira profunda por gestores e colaboradores. Passamos muito tempo envolvidos no trabalho e, os conflitos e desgastes gerados nesse ambiente, quando não observados adequadamente, acabam afetando nosso aspecto psicológico. Justamente para cuidar dessa questão é que foi criada a campanha Janeiro Branco.

Basicamente, o Janeiro Branco é uma forma de dar atenção à saúde psicológica dos colaboradores, gestores e lideranças dentro da organização. Após a pandemia, esses problemas ficaram ainda mais evidentes, sendo necessário lidar com as dificuldades psicológicas dos colaboradores na prática.

Como surgiu o Janeiro Branco?

Essa iniciativa foi criada pelo psicólogo mineiro Leandro Abrahão, em conjunto com um grupo de psicólogos de Uberlândia (MG), em 2014. Nesse sentido, o Janeiro Branco tem como principais objetivos:

Chamar a atenção para o tema de saúde mental individual e coletiva dos indivíduos;

  • Desenvolver a empatia pelas pessoas;
  • Combater o preconceito a respeito da procura por ajuda psicológica;
  • Criar mais qualidade de vida nas organizações e na sociedade;
  • Fazer as pessoas refletirem sobre o seu estado de sua saúde mental atual;
  • Estimular a comunicação sobre esse assunto;
  • Motivar os profissionais da área de saúde psicológica a falarem abertamente sobre o tema e alcançarem assim quem precisa de ajuda;
  • Enfatizar como a psicologia organizacional impacta o dia a dia nas organizações.

Mas, por que a campanha é celebrada no mês de janeiro? Justamente porque é no começo do ano que as pessoas estão mais engajadas em mudar comportamentos, traçar metas e refletir sobre o que passaram na vida.

Portanto, a intenção é cuidar da parte psicológica em janeiro para estar bem todos os outros meses do ano.

Qual a importância dessa data?

Assim como o Outubro Rosa e o Novembro Azul estimulam os cuidados com a saúde do homem e da mulher, o Janeiro Branco chama a atenção para a saúde mental. Mas, por quê ainda existe tanto preconceito em reconhecer e procurar ajuda psicológica?

Por muito tempo, as dores emocionais eram vistas pela sociedade como algo irrelevante. De certa maneira, a crença de que não saber lidar com emoções conflituosas pode ser “frescura” ou sinal de fraqueza, ainda existe no imaginário de muita gente.

Porém, nos últimos tempos, a discussão sobre a temática tem ganhado muita relevância, especialmente com o auxílio da internet. Assim, grande parte das pessoas passaram a de fato procurar ajuda e esse preconceito está diminuindo.

Dessa forma, as pessoas passaram a entender que as emoções positivas e negativas caminham conosco no dia a dia. Portanto, identificar a emoção e o pensamento que levam uma pessoa a se sentir ansiosa, depressiva, ou estressada no trabalho, é um passo importante em direção à cura.

A rotina de trabalho exaustiva e a falta de orientação e preparo dos gestores, acabam reforçando essas questões psicológicas dentro das organizações.

Portanto, ter gestores preparados para compartilharem conhecimento sobre o tema e serem empáticos sobre a situação mental dos colaboradores é um passo importante em direção ao sucesso.

Como a pandemia afetou drasticamente a saúde mental?

Desde 2020, quando o coronavírus impactou a vida dos brasileiros, várias consequências surgiram na parte física, psicológica e econômica das pessoas. A necessidade de se isolar e proteger o tempo inteiro gerou uma carga emocional negativa nas pessoas.

Com a economia instável e o sistema de saúde entrando em colapso, os problemas psicológicos ficaram em evidência. As incertezas com relação ao futuro, o medo de se contaminar e infectar alguém da família tornaram-se problemas psicológicos recorrentes. 

Alguns dos pensamentos e sentimentos que rondam a cabeça das pessoas nesses tempos difíceis são:

 

  • Medo de se infectar com o vírus e não conseguir se curar rapidamente;
  • Perder um ente querido;
  • Ser mandado embora da organização por motivos de corte de gastos;
  • Não saber quando vai passar ou como será o mundo pós-pandemia;
  • Ansiedade excessiva ao sair na rua e encarar a realidade dura da sociedade;
  • Os desafios de trabalhar em home office ou modelo híbrido;
  • Expectativas incertas sobre as vacinas que combatem à doença. 

Em uma pesquisa divulgada pelo Laboratório Pfizer e da Agência Brasil, alguns dados importantes acerca da situação mental das pessoas na pandemia foram expostos:

 

  • 39% dos cidadãos com idade entre 18 e 24 anos disseram estar impactados diretamente pela situação;
  • 11% se sentiram muito afetados pela pandemia;
  • 5% afirmaram que se sentiram muito inseguros em sair de casa;
  • 25% disseram que se sentem péssimos com a situação e não sabem lidar com o problema.

A pesquisa foi feita pela IPEC — Inteligência em Pesquisa e Consultoria em São Paulo Capital, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ), totalizando 2 mil pessoas ouvidas.

Saúde mental: sintomas de que algo não está bem

Como estamos falando sobre a pandemia e a realidade das organizações, é necessário citar alguns sintomas que acusam o sofrimento mental de um colaborador.

O dia a dia das organizações pode ser cansativo, cheio de conflitos e questões para se resolver, onde as pessoas passam de seis a oito horas trabalhando juntas. Assim, a falta de preparo para lidar com o estresse no trabalho e os problemas psicológicos acabam ficando evidentes.

Nesse momento, o gestor ou líder da equipe de RH deve observar o comportamento dos colaboradores e identificar os problemas, tais como:

  • Tristeza profunda;
  • Sofrer antecipadamente em alguma situação, seja para encarar o trabalho, conviver com as pessoas, etc.;
  • Dificuldade em se concentrar no trabalho;
  • Irritabilidade e nervosismo;
  • Angústia;
  • Falta de ar, batimentos cardíacos acelerados;
  • Baixa autoestima e falta de perspectiva de vida;
  • Sentimento de culpa;
  • Falta de esperança e motivação;
  • Sono em excesso ou insônia;
  • Dores no corpo sem motivo aparente;
  • Estresse excessivo devido à carga de trabalho.

A seguir, vamos discutir sobre como o assunto pode ser tratado nas organizações, não só durante o Janeiro Branco, mas também durante todo o ano.

Por que organizações devem fazer campanhas Pró Saúde mental?

Porque os colaboradores precisam enxergar a organização como uma parceira da sua saúde mental. As organizações precisam agir como uma base forte com a qual os trabalhadores podem contar sem se sentirem desprezados ou isolados caso tenham algum desconforto psicológico.

Não basta apenas falar e promover o tema na organização, é preciso também instituir políticas e práticas que reforcem a importância do assunto. A longo prazo, os resultados positivos começam a aparecer. Algumas mudanças podem acontecer, como:

  • Colaboradores motivados e conscientes do que estão fazendo quando é aberto um espaço para a comunicação sobre o assunto;
  • Aumento de produtividade, já que eles podem pedir ajuda sempre que precisarem;
  • Diminuição dos índices de turnover, absenteísmo e de doenças do trabalho — síndrome de burnout, depressão e ansiedade.

De acordo com uma outra pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz e divulgada pela Agência Brasil, a pandemia do coronavírus contribuiu para o aumento dos casos de ansiedade e depressão. Os dados mais relevantes do estudo mostraram o impacto direto nas organizações:

  • 47,3% dos colaboradores manifestaram um quadro de ansiedade ou depressão;
  • 27,4% dos entrevistados relataram que sofre de depressão e ansiedade simultaneamente;
  • 42,9% passaram a ter insônia e outros problemas relacionados ao sono;
  • 30,9% disseram que já sofriam de algum problema psicológico e a pandemia reforçou o quadro.
  • A pesquisa mostrou ainda que cerca de 20 mil pessoas foram afastadas do trabalho por conta de alguma doença psicológica um ano antes da pandemia começar (2019).

Ou seja: as questões de saúde mental já eram uma realidade preocupante e acentuaram-se ainda mais com a pandemia. Diante desses fatos, podemos ter uma ideia de como o bem-estar psicológico precisa ser levado a sério e tratado de maneira adequada no ambiente de trabalho.

Faça campanhas na sua Unidade!

Agora que sabemos da importância da campanha do Janeiro Branco nas organizações, é hora de falarmos sobre as medidas para que elas funcionem na prática. Os colaboradores precisam de ajuda psicológica, assim como os gestores de RH — a saúde mental é para todos!

Tenha um programa de Saúde Mental

Após analisar a necessidade e a realidade da organização com relação ao tema saúde mental, é hora de compilar tudo isso em um programa. A ideia é criar uma rede de apoio psicológico para enfrentar as situações de estresse e pressão no trabalho.

Apoie os colaboradores

A realização de eventos abertos para a participação tanto dos colaboradores como de seus familiares, fazem toda a diferença na interação e conexão entre as pessoas. 

Pode-se aproveitar o dia dos pais, das mães, das crianças e do próprio Janeiro Branco para melhorar a comunicação, empatia e o bem-estar no trabalho. Isso abre portas para que o colaborador peça ajuda quando não se sentir bem mentalmente.

Imagine um ambiente onde todos têm a liberdade de procurar ajuda, chamar um profissional específico para conversar e assim manter a saúde mental em dia? As boas práticas que citamos aqui podem ser adaptadas à realidade do seu RH.

Parceria com Psicólogo

Em grandes organizações, a presença de psicólogos já é algo comum. Mas, em organizações menores essa realidade é diferente. Fazer parcerias com psicólogos ou mesmo oferecer sessões de psicoterapias com desconto aos colaboradores, são ótimas iniciativas para promover a saúde mental.

Incentive a interação com equipes

Os gestores devem primeiramente ouvir os seus colaboradores e saber qual é o tipo de interação que eles gostariam de ter na organização. Para muitos, um happy hour na sexta-feira depois do trabalho é uma boa ideia.

Já outros preferem um café da tarde elaborado no meio da semana, ter espaço para relaxar e sair um pouco da rotina. Nesse sentido, quem trabalha no setor de vendas tem a oportunidade de conversar espontaneamente com alguém do atendimento ou do próprio RH.

Decoração temática na organização

O ambiente contribui para o aumento ou diminuição da produtividade. No caso da campanha Janeiro Branco, é possível criar uma decoração temática no local propício para chamar a atenção positiva da equipe. Aqui vão algumas sugestões:

  • Adicionar balões brancos nas mesas e paredes da organização;
  • Colocar as fotos dos colaboradores em cada balão;
  • Montar cartazes com frases motivantes, que remetam aos cuidados com a saúde mental;
  • Se for possível, criar camisetas ou uniformes brancos para os colaboradores;
  • Criar um canal de comunicação seguro para que o trabalhador converse com o gestor de forma individual para desabafar suas angústias — isso serve para o ano todo.

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Cuidados ao Recém Nascidos

A importância da qualificação da equipe de enfermagem no processo de trabalho de parto humanizado

Autor: Emanuelle Macêdo

Admissão ao paciente no Centro Obstétrico/Sala de Parto

Autor: Emanuelle Macêdo

Material de Apoio

Cuidados ao paciente Recém-nascido

Autor: Emanuelle Macêdo
Data: 29/11/2022

Material de Apoio

Implantação dos Protocolos e Procedimento Operacional Padrão relacionados

Autor: Emanuelle Macêdo

Material de Apoio

Emanuelle Macedo

Emanuelle Macêdo

Enfermeira, Especialista em Estomaterapia, Nefrologia, Auditoria e Ginecologia/Obstetrícia. Possui experiência em assistência de enfermagem, atuando em clinica médica, urgência e emergência, com conhecimentos de PHTLS e sala de parto. Vivencia em gestão pública e privada e coordenação de enfermagem. Atua também em Consultório e realiza atendimentos domiciliares na área da estomaterapia. Ministra aulas/treinamentos na área da saúde.

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IGC Educa

Implantação do Núcleo de Segurança do Paciente

6 metas internacionais de Segurança do Paciente

Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 09 e 10/11/2022

NayaraLuizaRodrigues

Nayara Luiza P. Rodrigues

Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico

Implantação da Meta 1 - Identificação correta do paciente

Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 16 e 17/11/2022

NayaraLuizaRodrigues

Nayara Luiza P. Rodrigues

Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico

Implantação da Meta 1 - Identificação correta do paciente - Avaliação e Monitoramento dos Indicadores

Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 23 e 25/11/2022

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Márcia Vasconcelos Leite

Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar

Implantação da meta 2 - Comunicação Efetiva

Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 30/11 e 01/12/2022

NayaraLuizaRodrigues

Nayara Luiza P. Rodrigues

Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico

Implantação da meta 2 - Comunicação Efetiva - Avaliação e monitoramento dos indicadores

Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 7 e 8/12/2022

MarciaVasconcelosLeite

Márcia Vasconcelos Leite

Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar

Implantação da Meta 3 - Segurança na prescrição no uso e na administração de medicamentos - Farmacovigilância

Autor: Ana Paula A Alencar
Data: 14 e 15/12/2022

Ana Paula

Ana Paula A Alencar

Enfermeira, Doutoranda em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Qualidade e Segurança do Paciente

Implantação da meta 3 - Segurança na prescrição no uso e na administração de medicamentos - Medicação Segura

Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 18 e 19/01/2023

NayaraLuizaRodrigues

Nayara Luiza P. Rodrigues

Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico

Implantação da Meta 3 - Administracao e Prescrição de Medicamentos - Aplicacao de Metas

Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 11 e 12/01/2023

MarciaVasconcelosLeite

Márcia Vasconcelos Leite

Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar

Implantação da Meta 4 - Cirurgia Segura

Autor: Nayara Luiza P. Rodrigues
Data: 25 e 26/01/2023

NayaraLuizaRodrigues

Nayara Luiza P. Rodrigues

Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico

Implantação da meta 4 - Medicação Segura

Autor: Ana Paula A Alencar
Data: 01 e 02/02/2023

Ana Paula

Ana Paula A Alencar

Enfermeira, Doutoranda em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Qualidade e Segurança do Paciente

Implantação da meta 5 - Controle de Infecção

Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 8/02/2023

MarciaVasconcelosLeite

Márcia Vasconcelos Leite

Enfermeira, Especialista em Gestão da Qualidade e Urgência e Emergência (Instituto israelita de Educação Albert Einstein); Gestora da Qualidade Hospitalar

Implantação da meta 6 - Prevenção de Quedas

Autor: Márcia Vasconcelos Leite
Data: 15/02/2023

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Márcia Vasconcelos Leite

Enfermeira, Pós-Graduada em Auditoria em Saúde; Pós-Graduada em Segurança do Paciente; Mestre em Ciências da Saúde; Formação em Coaching Integral Sistêmico

Implantação da meta 6 - Protocolo de LPP

Autor: Ana Paula A Alencar
Data: 01 e 02/02/2023

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Ana Paula A Alencar

Enfermeira, Doutoranda em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Qualidade e Segurança do Paciente

Desenvolvido por: etal Comunica.

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Treinamentos

Treinamento Processo de Compras

Autor: Fausto Martins
Data: 26/10/2022

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Farmacêutico do Instituto de Gestão e Cidadania

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Gestão de Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade

Treinamentos

Treinamento do Manuseio da Bomba de Infusão Santronic Icatu 4a edição

Autor: Yara Rocha Colares
Data: 25/10/2022

YaraRocha

Yara Rocha Colares

Especialista em produtos da CRS Medical Distribuidor exclusivo Samtronic, Graduada em Enfermagem pela Universidade de Fortaleza, Especialista em Transplante de órgãos pela UECE

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Gestão de Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade

Treinamentos

Conduta Ética dos Profissionais da Área da Saúde

Autor: José Carlito de Oliveira Junior
Data: 10/10/2022

Carlito Junior

José Carlito de Oliveira Junior

Há mais de 20 anos ensinando pessoas, formado em Administração de Empresas, Propaganda e Publicidade, Cursando Enfermagem, Pós-Graduado em Gestão de Negócios, Gestor de Qualidade em Saúde Certificado pela ANVISA/ENAP em Segurança do paciente e Qualidade em serviços de saúde, atuou como gestor de empresas de diversos seguimentos, além de experiência na gestão Pública e Privada.

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Gestão de Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade

Treinamentos

Setembro Amarelo - Valorização à Vida

Autor: Priscilla Carvalho
Data: 23/09/2022

Priscilla Carvalho

Priscilla Carvalho

Psicóloga, especialista em Psicologia Hospitalar e Gestão de Pessoas.

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