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SISTEMA

Gestão de Qualidade

NORMAS E ROTINAS

Admin

Admin

1. Atividades desenvolvidas

  • Identificação de Usuários; 
  • Ordenamento de Prontuários; 
  • Analise Quantitativa dos Prontuários; 
  • Coleta de dados estatísticos para a utilização do Sistema de Informações em Saúde; 
  • Codificação, elaboração e manutenção de índices e registros secundários; 
  • Arquivo, desarquivo, localização e fornecimento dos prontuários solicitados; 
  • Colaboração com o corpo clínico e administração da Unidade;
  • Custódia dos Prontuários; 
  • Divulgação da Informação; 
  • Orientação aos usuários do prontuário (profissionais médicos e demais profissionais da área de saúde).

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SISTEMA

Gestão de Qualidade

Comissões Hospitalares

Comissão e Controle de Infecção Hospitalar

Aplicações para os
CCIH

Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

O Programa de Controle de Infecção Hospitalar tem como finalidade desenvolver um conjunto de ações deliberadas e sistemáticas, com vistas à redução máxima possível de incidência e gravidade das infecções hospitalares, e assim melhorar a qualidade da assistência prestada.
Historicamente no Brasil, o Controle das Infecções Hospitalares teve seu marco referencial com a Lei Federal nº 9.431 de 06/01/97 que instituiu a obrigatoriedade da existência da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e de um Programa de Controle de Infecções Hospitalares (PCIH), tendo como objetivo a redução máxima possível da incidência e gravidade das infecções nosocomiais. Em 13 de maio de 1998, o Ministério da Saúde editou a Portaria 2.616/98, com diretrizes e normas para a execução destas ações, adequando-as à nova legislação. Atualmente, as diretrizes gerais para o Controle das Infecções em Serviços de Saúde são delineadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), na Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde, através da Unidade de Controle de Infecções em Serviços de Saúde (UCISA), e deve ser constituída de membros executores e membros consultores, que possuem atividades diferenciadas, porém, complementares nas ações da Comissão.

Procedimento Padrão Operacional - POP

O POP tem como objetivo manter o processo em funcionamento por meio da padronização e minimização desvios na execução da atividade, ou seja, ele busca assegurar que as ações tomadas para a garantia da qualidade sejam padronizadas e executadas conforme o planejado.

Apresentamos a seguir propostas de Instruções de Trabalho para ser empregado na CCIH.

Anexos

Cartaz higienização simples das mãos

Cartaz higienização das mãos com preparação alcóolica 

Legislação

Portaria MS 2.616 / 98, que regulamenta as ações de controle de infecção hospitalar no país, em substituição a Portaria MS 930 / 92. As principais alterações são comentadas a seguir, ao lado de uma análise crítica a respeito de suas repercussões para a assistência à saúde em nosso país.

Dispõe sobre a obrigatoriedade da manutenção de programa de controle de infecções hospitalares pelos hospitais do País

Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.

Foi publicada no Diário Oficial da União de 06/06/2000 a Resolução – RCD 48/2000 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária contendo o Roteiro de Inspeção do Programa de Controle de Infecção Hospitalar. Sugerimos que todas as CCIHs realizem o preenchimento prévio de seus itens para avaliar a sua adequação às recomendações oficiais.

Resolução do Ministério da Saúde sobre os requisitos mínimos para a análise, avaliação e aprovação dos projetos físicos de estabelecimentos de saúde no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS)

Dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva e dá outras providências.

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GESTÃO EM SAÚDE

Ouvidoria

Ouvidoria

A ouvidoria na administração hospitalar exerce um papel relevante dentro da organização, proporcionando melhorias em serviços de enfermagem, de acordo com as necessidades dos clientes. Além de atuar como parceira da gestão, possibilita construir ações mais estratégicas para a continuidade da instituição.


1. Qualidade no atendimento

A qualidade no atendimento é um dos principais focos da administração hospitalar, garantindo ao usuário um espaço acolhedor. E muitas vezes, a ouvidoria é a continuidade desse momento, tornando-se o canal de sugestões, dúvidas e reclamações de pacientes e familiares. Um bom atendimento por parte da ouvidoria aumenta no cliente a certeza de que ele pode contar novamente com a instituição, porque percebe o interesse em atendê-lo.


2. Divulgação do serviço

A ouvidoria, apesar de auxiliar em ações internas e externas da instituição e ser um elo de confiança com o usuário do hospital, não possui amplo reconhecimento. Muitos usuários não conhecem sua utilidade e tentam utilizar de outros canais para resolver seus problemas. Dessa forma, é importante que exista um plano de divulgação sobre os serviços oferecidos pela ouvidoria, constituindo-se em um suporte de incentivo ao cidadão e também uma ferramenta interna para aperfeiçoamento técnico da equipe de enfermagem.


3. Novas estratégias

Apesar da necessidade de divulgar a ouvidoria, o público que a utiliza, possui conhecimento sobre os seus direitos como cidadão e cobra o retorno dos mesmos por parte da instituição hospitalar, exigindo estratégias que alcancem a expectativa do cliente. Uma ferramenta que possibilita a criação de ações é a avaliação sobre os níveis de atendimento prestados no hospital, destacando de forma assertiva os pontos de melhorias e novos direcionamentos administrativos que atendam as reais necessidades do paciente.

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